Publicidade

Publicidade



quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Cliomm Clínica Odontológica celebra 18 anos de trabalho e confiança em Macajuba

 


A Cliomm Clínica Odontológica de Macajuba está celebrando uma trajetória de 18 anos de dedicação, cuidado e amor pela odontologia, contribuindo para transformar sorrisos e fazendo parte da vida de muitas famílias do município.

Em mensagem de agradecimento, Dr. Alexandre Copello destacou que são 18 anos transformando sorrisos e fazendo parte da vida de tantas famílias macajubenses.

"18 anos de dedicação, cuidado e amor pelo que fazemos! Agradeço a todos os pacientes, amigos e parceiros que fazem parte dessa história. Cada sorriso é a razão do nosso propósito", diz a publicação.

A Clionm fica localizado na Rua José Ribeiro Sampaio em Macajuba - BA. 

WhatsApp (74) 99956-1978.




Vereador é acusado de intimidação e apontar dedo na cabeça de vereadora durante sessão em Boa Vista do Tupim

 




O encerramento do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento à violência contra a mulher, foi marcado por um episódio de grave intimidação na Câmara Municipal de Boa Vista do Tupim, na Chapada Diamantina. No dia 31 de agosto, a vereadora Thainá Sampaio (PSD) foi alvo de uma conduta agressiva por parte de seu colega de plenário, o vereador José Amando (Solidariedade), durante uma sessão legislativa.

De acordo com o relato da parlamentar, o conflito escalou quando José Amando se dirigiu a ela aos gritos, levantou-se de sua cadeira, aproximou-se de sua mesa e passou a apontar o dedo em direção à sua cabeça em uma postura ostensiva. Parte da ação foi registrada em vídeo por pessoas presentes no local.

Diante da repercussão do caso, Thainá Sampaio admitiu que hesitou inicialmente em expor a situação, mas concluiu que o silêncio seria conivente com a normalização de abusos no espaço público. "Por um momento, pensei em me calar. Mas situações como essa não podem passar despercebidas e muito menos ser normalizadas", declarou. A vereadora também enfatizou que o episódio transcende disputas partidárias ou ideológicas, afirmando que "não se trata de oposição ou situação, de direita ou esquerda; não existe partido quando o assunto é o respeito às mulheres".

No dia seguinte ao ocorrido, Thainá publicou um pronunciamento em vídeo nas redes sociais onde desabafou sobre a gravidade do ocorrido, pontuando que jamais havia passado por uma situação semelhante em sua trajetória pessoal e política.

Por sua vez, o vereador José Amando também utilizou as redes sociais para se manifestar sobre o caso. Em sua retratação, o parlamentar pediu desculpas caso a vereadora tenha se sentido ofendida e argumentou que o desentendimento inicial teria ocorrido com outro colega de plenário, justificando que sua reação deu-se em resposta a esse contexto.


Fonte: Ruy Barbosa Notícias 

Oscilações de energia são apontadas como causa para queima de lâmpadas no munícipio de Macajuba

 Moradores de Macajuba voltam a enfrentar escuridão após lâmpadas recém-reparadas apagarem novamente. O problema, que afeta diferentes pontos do município, acendeu o alerta sobre as constantes oscilações de energia na região, apontadas como a principal causa da queima dos equipamentos.

Entre os locais afetados está a localidade da Volta, onde a lâmpada instalada em um bar voltou a apagar pouco tempo depois do conserto. 


Situação semelhante ocorre na Rua Deraldo Martins, localizada no Distrito de Nova Cruz, onde um poste permanece às escuras, gerando queixas de quem transita pela via.






Procurada pela reportagem do Deixa Comigo Macajuba, a empresa Nepo, responsável pelo setor de iluminação pública, informou que a instabilidade na rede elétrica do município tem provocado a perda precoce dos materiais. Diante do alto volume de demandas gerado por esse cenário, a empresa afirmou que os moradores terão que aguardar a fila de atendimento para que os novos reparos sejam executados.

Comissão aprova MP do fim da “taxa das blusinhas” e texto vai à Câmara

 



Medida mantém isenção para compras de até US$ 50 e dá ao governo poder sobre alíquotas


BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto


A comissão mista que analisa a medida provisória (MP) editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para acabar com a chamada “taxa das blusinhas”, o Imposto de Importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, aprovou a proposta nesta quarta-feira (2/9). O texto agora segue para apreciação na Câmara e no Senado.

Relatora do texto, a senadora Leila Bairros (PDT-DF) argumentou que a MP é relevante, urgente, constitucional e adequada do ponto de vista orçamentário. A parlamentar apresentou voto favorável à medida, mas com alterações.

A principal mudança da MP aprovada refere-se à transformação em lei da isenção do Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, mantendo a prerrogativa do governo de alterar as alíquotas.

A proposta permite que o Ministério da Fazenda reduza a zero o Imposto de Importação sobre remessas de até US$ 50 e para até 30% nas compras de até US$ 3.000. A medida altera a regra anterior, que estabelecia alíquotas mínimas de 20% para remessas de até US$ 50 e de 60% para aquelas de até US$ 3.000.

Pelo novo texto, caberá ao ministro da Fazenda modular as alíquotas. Os percentuais de 0% e 30% não serão aplicados automaticamente, mas passam a ser os limites de redução que poderão ser adotados pelo Executivo. Com isso, o governo ganha maior autonomia para ajustar a tributação de acordo com fatores como arrecadação, dinâmica concorrencial, comportamento do mercado e impacto sobre os consumidores.

A medida também prevê que a Fazenda deve fazer avaliações periódicas dos efeitos da tributação das remessas. A primeira ocorrerá em até três meses após a entrada em vigor da lei e, depois, haverá uma nova análise a cada seis meses. O Congresso também deverá fazer uma revisão anual da política.


Isenção para medicamentos e exclusividade dos Correios de fora

O parecer também prevê isenção do Imposto de Importação para determinados medicamentos sem similar nacional, desde que importados por pessoas físicas para uso próprio no tratamento de doenças raras ou negligenciadas. A medida não teria limite de valor dentro do Regime de Tributação Simplificada (RTS) e dependerá de regulamentação para entrar em vigor.

Por outro lado, ficou de fora a exclusividade para os Correios de fazer a logística das remessas de até US$ 50. A medida vinha ganhando peso no Congresso nos últimos dias, mas não foi contemplada no texto aprovado. O governo foi contra a medida por avaliar que ela pode ser inconstitucional.


A MP das Blusinhas

O imposto foi criado em agosto de 2024 pelo governo federal, após pressão da indústria nacional, que apontava concorrência desleal de empresas estrangeiras. Em maio deste ano, contudo, o governo Lula editou uma nova MP para reduzir a tributação sobre as remessas internacionais de forma temporária.

Desde então, a taxa, que era de 20% desde agosto de 2024, passou a ter alíquota zero. A MP nº 1.357 permitiu ao Ministério da Fazenda zerar o Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas em plataformas que participam do programa Remessa Conforme.

Medidas provisórias são editadas pelo presidente da República e têm validade inicial de 60 dias, prorrogável uma vez por igual período. Nesse intervalo, o Congresso Nacional pode aprovar a matéria e convertê-la em lei, alterar seu conteúdo ou rejeitá-la. Caso não seja apreciada dentro do prazo, a MP perde a eficácia.

Nesta semana de esforço concentrado no Congresso Nacional, a última de trabalhos antes das eleições, o governo espera concluir a tramitação da MP no Congresso para torná-la efetiva. A medida precisa ser convertida em lei até o dia 8 de setembro para que o imposto não volte a ser cobrado.


Fonte: Metrópoles 

Grande final da Copinha Rural acontece no dia 26 de setembro

 


A grande final da Copinha Rural, acontecerá no dia 26 de setembro, no campo de Piau de Mane de Dega.

O confronto promete reunir atletas, torcedores e moradores da região em um momento de muita emoção e celebração do futebol rural.

De acordo com a organização, mais informações sobre a grande final serão divulgadas em breve.







Passageira que atacou motorista de aplicativo com tesoura em Salvador é investigada por lesão corporal

 



Agressão foi registrada por câmera do carro do motorista. Mulher foi liberada após ser ouvida e responderá ao processso em liberdade.


A passageira gravada ao atacar um motorista por aplicativo com uma tesoura durante uma corrida em Salvador responde por lesão corporal. Em nota, a Polícia Civil detalhou que ela prestou depoimento na segunda-feira (31) e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado.

A investigada, que não teve o nome divulgado, foi liberada após ser ouvida e responderá em liberdade. Em entrevista à TV Bahia, a advogada da suspeita, Katharine Lopes, afirmou que ela tem diagnóstico de esquizofrenia e que já ficou internada por 15 dias em uma ala psiquiátrica de um Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

"Ela toma remédio controlado, inclusive, ela não tinha tomado as medicações hoje e a gente sabe que isso às vezes agrava as impulsividades das pessoas, mas não estamos aqui para justificar. Se ela cometeu algum tipo de crime, ela vai ser penalizada quanto a isso nos termos da lei", reconheceu a advogada.

Na primeira versão apresentada pela defesa, a mulher teria ficado com medo depois que o motorista não permitiu que ela descesse e teria dito que a levaria de volta ao local onde havia sido buscada. Diante desse temor, ela teria usado a tesoura para ameaçá-lo.


Passageira é bloqueada do aplicativo

A corrida foi intermediada pelo aplicativo inDrive. Diante da repercussão do caso, servidores da plataforma entraram em contato com o motorista para prestar assistência e realizar as apurações sobre o caso. A empresa também informou que a passageira foi bloqueada da plataforma.

Em nota, a inDrive também reforçou que não existe no aplicativo a opção de deixar o pagamento para uma próxima viagem, como a passageira pretendia. A plataforma explica que, se um passageiro concluir uma corrida sem pagar, a conta pode ser banida permanentemente; já o motorista pode procurar o suporte para solicitar a análise e o reembolso da viagem.

"A segurança de todos é prioridade para a inDrive", ressaltou a empresa.


Gravação do motorista ajudou a esclarecer o caso

A gravação feita pelo próprio motorista por aplicativo ajudou a esclarecer o que aconteceu depois da agressão. Nas imagens, a mulher aparece mudando a versão ao perceber a chegada de pessoas para socorrê-la e afirma que era ela quem estava sendo atacada. "A minha sorte é que estou sempre gravando", disse Leonardo Ribeiro, de 30 anos.

O caso aconteceu na manhã de segunda-feira (31), no bairro do Costa Azul, em Salvador. Leonardo havia iniciado a corrida por volta das 7h, no bairro Vila Praiana, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A passageira estava acompanhada de uma criança.

A confusão começou no fim da corrida, quando o motorista perguntou se ela faria o pagamento em dinheiro ou por Pix. Segundo Leonardo, a mulher respondeu que deixaria o valor para uma próxima corrida.

"Quando foi perto de parar, eu disse: 'Moça, você vai ser no dinheiro ou no pix?' Ela falou: 'Eu vou deixar para próxima'. Aí eu falei: 'Moça, não tem como deixar para próxima, porque o próprio aplicativo não permite'. Aí ela falou: 'Então eu vou fazer como?' Aí eu falei: 'Então vou procurar uma viatura aqui'."

Segundo o motorista, a passageira mudou de comportamento depois que ele mencionou procurar a polícia.

"Na hora que falei isso, ela já mudou o semblante dela e puxou uma tesoura de dentro da bolsa".

Ainda dentro do carro, a mulher passou a ameaçar o motorista. No vídeo, é possível ouvir ela dizer: "Eu vou lhe brocar todo". Leonardo responde: "Não faça isso, não". Em seguida, ela grita: "Bora, bora, abra essa porta se não vou lhe brocar".

O motorista, então, começa a pedir socorro enquanto tenta se proteger dos golpes. Leonardo ficou com hematomas nas mãos e no pescoço. No braço, ficou a marca de uma mordida.

"A minha sorte é que estou sempre gravando. Na hora que ela me deu um golpe no pescoço, mas eu segurei a tesoura. Achei que tinha penetrado. Olhei minha mão e estava toda ensanguentada".


Motorista de aplicativo foi atacado por passageira em Salvador — Foto: TV Bahia


'Ele está com uma tesoura para enfiar em mim'

Depois que o motorista parou o carro e começou a pedir ajuda, algumas pessoas se aproximaram. Naquele momento, segundo Leonardo, a passageira passou a dizer que era ela quem estava sendo atacada.

No vídeo, ela afirma: "Ele não quer abrir a porta para eu sair. Bora, abre a porta. Estou com meu filho aqui. Ele não quer abrir".

Leonardo responde que é motorista por aplicativo. Na sequência, a mulher diz: "Ele está com uma tesoura para enfiar em mim. Eu estou segurando".

O motorista reage e grita duas vezes: "É mentira".

Segundo Leonardo, algumas das pessoas que chegaram ao local inicialmente acreditaram na versão da mulher e tentaram contê-lo.

"O pessoal achou que estava batendo nela e tentaram me segurar. Eu expliquei que ela não quis pagar, mas não estavam acreditando. Para eles não me baterem, mostrei a filmagem".

Leonardo começou a trabalhar por aplicativo por volta das 7h, no bairro Vila Praiana, em Lauro de Freitas, na RMS. Ele seguia trabalhando quando a confusão aconteceu, no Costa Azul.

O motorista contou que estava rodando para juntar dinheiro para comprar o enxoval do primeiro filho, que deve nascer em novembro.

Além dos ferimentos, Leonardo disse que ficou abalado com a situação. "Em nenhum momento, tentei revidar, fazer nada do tipo. Não sou uma pessoa agressiva, sou tranquilão. Quem me conhece sabe".


Fonte: G1 Globo 


A Nobreza do Amor: Virgínia se casa grávida, mas bebê pode ter outro pai

 




Vilã usa bebê para segurar Mirinho, mas Sebastião também pode ser o pai da criança


Noivado de Virginia (Theresa Fonseca) e Mirinho (Nicolas Prattes) • Globo/ Divulgação


Nos próximos capítulos de A Nobreza do Amor, Virgínia (Theresa Fonseca) descobre que está grávida e usa o bebê para se casar com Mirinho (Nicolas Prattes). A vilã esconde que o filho pode ser de Sebastião (João Fontenele), com quem também foi para a cama.

Diógenes (Danton Mello) descobre a gravidez da filha e exige que Mirinho repare o erro. Virgínia segue com a farsa e consegue arrastar o herdeiro do engenho para o altar, mesmo sabendo que a paternidade é incerta.

Diógenes obriga casamento após descobrir gravidez

Virgínia passa mal e o pai desconfia da gravidez. Diógenes exige reparação de Mirinho, acreditando que o playboy é o responsável.

Marta (Emanuelle Araujo) já sabia que a filha não é mais virgem e apoia o casamento. A vilã é obrigada pela mãe a se consultar com o Dr. Onildo (Paulo Lessa), que confirma a gravidez. Virgínia não pensa duas vezes e diz que o filho é de Mirinho.


Sebastião sabe que pode ser o pai, mas se cala

Sebastião faz as contas e sabe que tem grandes chances de ser o pai da criança. O vereador desabafa com o Dr. Onildo sobre a situação.

O médico aconselha Sebastião a não contar a ninguém sobre a noite que passou com Virgínia. A vilã havia transado com o político em troca do segredo de Alika/Lúcia (Duda Santos).

Enquanto isso, Mirinho assina recibo de trouxa e ajuda Virgínia a planejar o casamento. Os dois conversam sobre onde vão morar após a cerimônia.

As cenas estão previstas para ir ao ar nos capítulos dos dias 9 e 12 de setembro.




Fonte: Itatiaia 

Aluno denuncia professor de história por racismo em escola particular de SP

 




Episódio ocorreu na terça-feira (1º) em uma turma do 9° ano do Ensino Fundamental do Colégio Objetivo. Caso foi registrado como racismo no 30° Distrito Policial.

Unidade Tatuapé do Colégio Objetivo — Foto: Divulgação


Um estudante de 14 anos denunciou um professor de história por racismo após ser chamado de “neguinho” durante uma aula no Colégio Objetivo, na unidade do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. O episódio ocorreu na manhã de terça-feira (1º) em uma turma do 9° ano do Ensino Fundamental.

Segundo o boletim de ocorrência, registrado pelo pai do aluno, o professor escrevia o conteúdo na lousa quando percebeu que alguns estudantes conversavam e não copiavam a matéria. Ele, então, passou a repreender a turma, elevou o tom de voz e gritou com os alunos.

Em determinado momento, de acordo com o BO, o docente se dirigiu ao estudante, parou em frente a ele e disse: “E aí, neguinho, você não tem caderno para escrever?”.

Durante o intervalo, alguns amigos do estudante — que estuda no Objetivo há oito anos — demonstraram indignação e passaram a comentar o episódio pelos corredores da escola, conforme o relato.

Após deixar a escola, o aluno ligou para o pai e contou o que havia acontecido. O caso foi registrado no 30º Distrito Policial, no Tatuapé, como crime de racismo.

Procurado, o colégio apresentou outra versão e afirmou que o professor chamou o adolescente de "amiguinho". A instituição também disse que abriu uma sindicância para apurar os fatos. (Leia mais abaixo.)

De acordo com o colégio, os pais e o aluno estiveram na escola e foram atendidos pela Coordenadora da Unidade Tatuapé e pela Coordenadora do Ensino Fundamental 2.

O pai do adolescente contou ao g1 que a família sempre conversou com os filhos sobre racismo e sobre a importância de procurar ajuda caso algum deles fosse vítima de discriminação.

“Nós somos uma família de pessoas pardas ou negras. Eu, minha esposa, ele, o irmão dele. A gente sempre conversou muito sobre isso em casa. A gente levou isso tudo muito tranquilamente dentro de casa, que ser negro não é demérito para ninguém, que não é diferente de ninguém. O que faz a pessoa são os atos, as atitudes”, afirmou.

O pai disse ainda que conversava com o filho sobre a existência do racismo estrutural e o orientava a pedir ajuda caso passasse por uma situação de discriminação. Segundo ele, o adolescente está bem psicologicamente e voltou normalmente às aulas nesta quarta-feira (2).

Apesar de afirmar que o filho está bem, o pai diz que não quer que o episódio fique impune. Para ele, o fato de o episódio ter ocorrido dentro de uma escola e envolver um professor torna o caso ainda mais grave.

Segundo o homem, um educador deveria atuar justamente na promoção do respeito e da igualdade dentro do ambiente escolar.

“Já é grave o caso de racismo. E aí você qualifica esse caso: é dentro de um ambiente escolar, de uma instituição renomada, contra um aluno, contra uma criança, e ele na posição de um educador, que deveria orientar, deveria disseminar a igualdade, seja ela racial, de gênero, de sexo. Enfim, na posição de educador, jamais poderia proferir esse tipo de palavra a um aluno, a uma pessoa”, disse.

O que diz o colégio

Em nota, o Colégio Objetivo afirmou que o professor nega ter chamado o aluno de “neguinho”. Segundo a instituição, o estudante estava adormecido sobre a carteira e, ao se aproximar para acordá-lo, o professor teria dito “amiguinho”, expressão que, segundo o colégio, ele costuma usar em sala de aula.

A escola informou que abriu uma sindicância para apurar o episódio e que os pais e o aluno foram recebidos na tarde de terça-feira (1º) pela coordenação da unidade Tatuapé e do Ensino Fundamental 2.

Segundo o Objetivo, as apurações iniciais indicam que os alunos que presenciaram a situação “não têm completa certeza do que ouviram, devido à semelhança sonora entre as palavras alegadas”. A escola afirmou que continuará realizando diligências até a completa elucidação dos fatos.

O colégio também disse que colocou à disposição do estudante e da família a equipe pedagógica e de psicologia para atendimento e afirmou manter políticas de prevenção e enfrentamento à discriminação e outras formas de violência.

“Esperamos que as averiguações sejam conduzidas de forma íntegra e respeitosa”, afirmou a instituição.


Fonte: G1 Globo 



COMUNIDADE DE LAGOA FUNDA VOLTA A COBRAR CARRO DA SAÚDE E RECLAMA DE DISTÂNCIA DE VEÍCULOS CONTRATADOS

 

A comunidade de Lagoa Funda, localizada na região da Volta, na zona rural de Macajuba, voltou a manifestar insatisfação e a cobrar da gestão municipal a permanência de um veículo exclusivo para atender a área da saúde local. A principal reivindicação dos moradores é ter um carro à disposição na própria comunidade para o transporte de pacientes em casos de urgência, emergência ou tratamento de doenças.

Atualmente, os automóveis contratados pela Prefeitura de Macajuba pertencem a motoristas de localidades distantes, como Santa Luzia e Navegante. Segundo relatos de internautas e residentes da região, a distância geográfica tem gerado sérios transtornos: alguns condutores têm se recusado a realizar os deslocamentos até Lagoa Funda exatamente devido à longa distância que separa as comunidades.
O Outro Lado: Dificuldades Logísticas e Custos
Diante das queixas, a liderança local Renilde Santana explicou que o município enfrenta barreiras burocráticas e logísticas para resolver o problema. Segundo ela, a grande dificuldade no momento tem sido encontrar um veículo apto e regularizado na própria região que tenha interesse em firmar o contrato para realizar o serviço.
O Vereador Paulo de Didico (PSD), autor da indicação do benefício do carro para a localidade, confirmou a complexidade da situação. O parlamentar destacou que há uma escassez de motoristas interessados na vaga. De acordo com o vereador, os profissionais alegam que a demanda diária de chamados em Lagoa Funda é considerada baixa, o que acaba fazendo com que o valor repassado pelo contrato não cubra os custos fixos de manutenção e combustível das viagens.
A comunidade segue aguardando uma solução conjunta entre o poder público e os prestadores de serviço para que o atendimento básico de saúde não seja comprometido pela falta de transporte ágil.
Deixa Comigo Macajuba – 15 anos: O Jornal do Povo Macajubense.

Mendonça diz que recebeu Vorcaro uma 'única vez' para tratar de ação sobre precatórios

 




Segundo Mendonça, encontro ocorreu em março de 2025, antes de ele se tornar relator do caso Master, em fevereiro deste ano.


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou uma nota nesta quarta-feira (2) na qual confirma que se reuniu com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, no início do ano passado, para tratar de um caso sobre precatórios em julgamento no Supremo.

"O ministro André Mendonça esclarece que recebeu o empresário Daniel Vorcaro uma única vez, em março de 2025, por iniciativa do próprio empresário, e que se limitou a ouvi-lo", diz a nota.

"No mesmo mês, atendeu também o advogado do empresário, e ainda mantém, nos registros do gabinete, os memoriais escritos recebidos por ocasião do encontro".

A manifestação do ministro foi divulgada após publicação do site "ICL Notícias" revelar que o advogado Ciro Rocha Soares, próximo de Vorcaro, enviou uma mensagem ao banqueiro discutindo um suposto encontro com Mendonça.

A reunião ocorreu antes de o ministro virar relator do caso Master na Corte, em fevereiro de 2026.

Em nota, o advogado afirmou que "tentar marcar conversas com magistrados é uma prática natural", e que não há "irregularidade nos relatos. Também afirmou que no período da conversa Daniel Vorcaro não era investigado e Mendonça não era relator do caso (leia na íntegra mais abaixo).


Ministro André Mendonça pede vista na votação do marco temporal. Nesta quarta (7) o Supremo Tribunal Federal retoma a votação o Marco Temporal para definir se é constitucional ou não. A votação conta com a presença de lideranças Indígenas como Cacique Raoni e Ministra Sonia Guajajara. — Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo


Mensagens para Vorcaro

As conversas foram retiradas do celular de Daniel Vorcaro, apreendido pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Compliance Zero.

“Opa, Dani!!! Preciso muito falar com você. O A.M. quer recebê-lo. E preciso agendar o quanto antes”, escreveu o advogado a Vorcaro. Em outra mensagem, enviada em 7 de fevereiro de 2025, acrescentou: “Muito importante sua ida nele junto comigo”.

"Marca quarta", respondeu Vorcaro.

Segundo o portal de notícias, o advogado retomou o assunto no dia seguinte com o banqueiro, e enviou uma foto ao lado de Mendonça.

"O André Mendonça disse que quer te receber junto comigo. Ele sabe, soube da situação do Banco Central toda. Eu contei. Ele já sabia que o Cezinha já tinha falado com ele", disse o advogado a Vorcaro, fazendo uma referência provável ao deputado Cezinha de Madureira (PL-SP).

Nos registros, o advogado teria dito a Vorcaro que foi com Mendonça em uma alfaiataria. "Fala, Vorcarinho, trabalhando por você! Levei o André lá no Vasco agora, pra fazer um terno”, escreveu Ciro Rocha Soares.


Reunião sobre caso no STF

Segundo a nota do gabinete de Mendonça, a reunião aconteceu em março e o assunto tratado foi a Suspensão de Tutela Provisória (STP) 976, que estava sob julgamento do STF. O caso discutia créditos de precatórios de interesse do Master, mas se encontrava, na data da reunião, sob pedido de vista.

O Banco Master comprou fatias milionárias de precatórios que estão na mira da Polícia Federal devido a suspeitas de que foram expedidos pela Justiça antes do fim dos processos. A prática seria irregular, porque a União ainda podia recorrer e contestar o valor das dívidas (entenda mais abaixo).

Segundo Mendonça, "o empresário buscou interlocução semelhante com outros integrantes do STF para tratar do mesmo assunto", de interesse do Master.

"Registre-se, aliás, que a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário, em linha com sua posição historicamente defendida em casos semelhantes, conforme se pode verificar nos autos".


Medida no STF de interesse do Master

A reunião, segundo Mendonça, foi sobre esse caso específico. O governo pediu uma Suspensão de Tutela Provisória (STP) para evitar o pagamento de precatórios milionários, de interesse do Master, que foram emitidos sem que o valor correto da dívida fosse definido pela Justiça.

O Master adquiriu o direito de receber os precatórios em 2023, por meio de fundos de investimento que lhe cederam os créditos. Os fundos eram administrados por empresas que hoje são investigadas na Operação Compliance Zero.

🔎Precatórios são dívidas que a União, estados ou municípios têm de pagar após decisões judiciais definitivas, quando não cabe mais recurso. O pagamento segue uma ordem cronológica e depende da inclusão dos valores no Orçamento público, o que pode levar anos — razão pela qual esses créditos acabam sendo negociados no mercado financeiro.

🔎No mercado financeiro, precatórios são comprados com desconto porque o pagamento pode demorar anos. Fundos e bancos apostam que, ao antecipar esses recursos a credores, poderão lucrar quando o poder público quitar a dívida integralmente no futuro.


O que dizem os citados

O gabinete do ministro Mendonça enviou a seguinte nota:

"Sobre a reportagem publicada nesta data, o ministro André Mendonça esclarece que recebeu o empresário Daniel Vorcaro uma única vez, em março de 2025, por iniciativa do próprio empresário, e que se limitou a ouvi-lo. No mesmo mês, atendeu também o advogado do empresário, e ainda mantém, nos registros do gabinete, os memoriais escritos recebidos por ocasião do encontro.

Em todas as ocasiões, o assunto tratado foi a Suspensão de Tutela Provisória (STP) 976, que estava sob julgamento do Supremo Tribunal Federal e que discutia créditos de precatórios de interesse do Banco, mas que se encontrava, na exata data da reunião, com pedido de vista de outro Ministro. Como já noticiado pela imprensa, o empresário buscou interlocução semelhante com outros integrantes do STF para tratar do mesmo assunto.

Registre-se, aliás, que a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário, em linha com sua posição historicamente defendida em casos semelhantes, conforme se pode verificar nos autos.

Por fim, o ministro não comenta diálogos privados entre terceiros, cujo teor não lhe cabe confirmar. Sua atuação, pública e privada, é pautada pela legalidade e pela impessoalidade."


O advogado Ciro Soares mandou a seguinte manifestação:

"Tentar marcar conversas com magistrados é uma prática natural e muitas vezes necessária na advocacia. Nas conversas mencionadas não há nenhuma irregularidade.

É importante destacar que, no período da dita conversa, fevereiro de 2025, Daniel Vorcaro não era investigado e o ministro referido não era relator de nenhum processo vinculado ao empresário.

O referido ministro só se tornou relator do caso Master em 2026, quase um ano depois da conversa. Não faz sentido, portanto, estabelecer qualquer conexão entre as duas situações.

Devemos deixar claro ainda que a quebra de sigilo de advogado com cliente é uma ilegalidade que afronta o amplo direito de defesa.


Fonte: G1 Globo 


Moradores da Volta cobram agilidade em obra de passagem molhada após debate na Câmara de Macajuba

 


A situação da passagem molhada na localidade da Volta, localizada na zona rural de Macajuba, voltou a ser o centro das atenções e do debate na comunidade esta semana. O assunto ganhou força após ser formalmente pautado na sessão da última quinta-feira (27) pelos vereadores Miguel Pamponet (AGIR) e Paulo de Didico (PSD).




Logo após a repercussão da sessão legislativa, moradores da região intensificaram as cobranças e enviaram novos registros em vídeo para a redação do Jornal Deixa Comigo Macajuba, mostrando as condições atuais do local e as dificuldades diárias enfrentadas por quem precisa trafegar pelo trecho.



O posicionamento do Executivo
Em resposta às cobranças da comunidade e dos parlamentares, a redação do Jornal Deixa Comigo Macajuba entrou em contato com a administração municipal. O secretário de Obras do município, Sandrão, informou que a gestão está ciente da demanda e esclareceu o status atual do projeto:
  • Situação atual: O município está apenas aguardando os trâmites finais para o início imediato das obras.
  • Compromisso: A secretaria garantiu que a intervenção faz parte do cronograma de melhorias para a infraestrutura da zona rural.
A equipe do Jornal Deixa Comigo Macajuba continuará acompanhando de perto o desfecho dessa cobrança e trará novas atualizações assim que as máquinas derem início aos trabalhos na localidade da Volta.

Como é a nova regra do PIX que pode ajudar a inibir golpes

 



A partir desta terça (1º), nova regra do PIX amplia prazo de contestação de devoluções fraudulentas e reforça a segurança do sistema.

Como é a nova regra do PIX que pode ajudar a inibir golpes — Foto: Bruno Peres/Agência Brasil via BBC


Se você usa PIX no dia a dia, vale ficar de olho: a partir desta terça-feira, 1º de setembro, uma das regras de segurança do sistema muda, e a mudança tem tudo a ver com um tipo de golpe que vem crescendo contra comerciantes e pequenos negócios.

Vamos explicar de um jeito simples o que muda e como as novidades podem ajudar a recuperar dinheiro roubado em fraudes.

Hoje, quando alguém é enganado em uma fraude e usou o pix para enviar dinheiro para criminosos, existe uma ferramenta chamada MED — Mecanismo Especial de Devolução — que ajuda a reaver esse valor em casos de fraude, golpe ou erro.

Só que existe também uma brecha: golpistas descobriram uma forma de usar essa mesma ferramenta de proteção a favor deles, para roubar dinheiro de comerciantes.

Para combater esse problema, o Banco Central aumentou de 30 para 80 dias o prazo que uma pessoa tem para contestar uma devolução feita pelo MED, quando ela desconfia que essa devolução foi pedida de forma fraudulenta.

Ou seja: se alguém devolveu dinheiro pelo MED e depois percebe que aquilo foi armado por um golpista, agora tem quase três vezes mais tempo para correr atrás do problema junto ao banco.


Por que existem dois prazos de 80 dias (e eles não se confundem)


O PIX já tinha um prazo de 80 dias para uma situação parecida, mas diferente.

O prazo que já existia é para quem manda um PIX e é vítima de golpe: essa pessoa tem até 80 dias, contados a partir do momento em que enviou o dinheiro, para acionar o MED e tentar recuperá-lo.

O prazo novo é o espelho dessa situação: é para quem recebeu um PIX de forma legítima e teve esse dinheiro devolvido depois, por conta de uma contestação fraudulenta feita pela outra pessoa. Antes, quem estava nessa posição só tinha 30 dias para reagir; agora, também são 80. E aqui a contagem começa a partir da devolução, não do pagamento original.

Na prática: um conta a partir do PIX enviado, o outro conta a partir do dinheiro devolvido.


O golpe que motivou essa mudança

Esse ajuste tem um alvo bem específico: um golpe que tem prejudicado principalmente lojistas, prestadores de serviço e pequenos empresários.

Funciona mais ou menos assim: alguém entra em contato dizendo que fez um PIX errado, de valor mais alto do que deveria, e pede para o comerciante devolver a diferença ou o valor todo, muitas vezes pedindo que a devolução seja feita como uma nova transferência para uma chave ou conta indicada por essa pessoa.

O comerciante, achando que está apenas corrigindo um erro de boa-fé, faz o PIX de volta.

O problema é que, ao mesmo tempo, esse suposto cliente também aciona o MED junto ao próprio banco dele, alegando ter sido vítima de fraude no pagamento original que fez ao comerciante.

Se essa contestação for analisada e considerada procedente — e se ainda houver dinheiro disponível para devolução —, o golpista pode acabar recebendo o valor de volta pela segunda vez: uma vez diretamente do comerciante, e outra pelo próprio mecanismo de proteção do PIX.

Por isso os especialistas recomendam cautela quando alguém pede a devolução de um PIX "por engano": o caminho mais seguro é usar a própria função de devolução vinculada àquela transação dentro do aplicativo do banco, e não fazer uma transferência nova para uma chave indicada pela outra pessoa. É justamente essa segunda via — a transferência nova — que abre espaço para o golpe se repetir.

Com o prazo de contestação esticado para 80 dias, quem foi vítima desse esquema ganha bem mais tempo para perceber o que aconteceu e correr atrás da devolução indevida junto ao próprio banco.

Isso ajuda bastante porque nem todo mundo confere o extrato todos os dias, e muitas vezes é outra pessoa — um contador, um funcionário, o próprio banco — quem percebe primeiro que algo estranho aconteceu.


Como o PIX tenta seguir o rastro do dinheiro roubado

Como o PIX tenta seguir o rastro do dinheiro roubado — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasi via BBC


Além da mudança de prazo, existe outra frente de combate a fraudes que já vinha sendo construída, de forma menos visível para quem usa o aplicativo no dia a dia: a tentativa de seguir o dinheiro mesmo depois que ele passa por várias contas diferentes.

Esse tipo de rastreamento existe graças a uma versão mais robusta do MED, conhecida como MED 2.0, que está em produção desde maio de 2026. Com ela, o sistema passou a permitir o rastreamento dos recursos em diferentes camadas de transferências.

Antes, a recuperação ficava limitada à conta originalmente usada na fraude; se o dinheiro já tivesse sido transferido dali, aumentavam as chances de não haver saldo disponível para devolver à vítima.

Com o MED 2.0, o sistema pode identificar possíveis caminhos percorridos pelos recursos mesmo depois que eles são transferidos para outras contas, o que amplia as chances de bloqueio e recuperação.

Isso não significa, porém, que o dinheiro será necessariamente localizado ou devolvido: os recursos podem já ter sido sacados, transferidos novamente ou não estar mais disponíveis nas contas identificadas.

Vale um adendo importante: uma camada adicional de detalhamento operacional — a informação, dentro da notificação enviada entre as instituições, sobre em qual nível do grafo de rastreamento está a transação analisada — estava inicialmente prevista para agosto, mas foi adiada para 26 de outubro de 2026.

Segundo o Banco Central, esse ajuste diz respeito à comunicação entre as instituições participantes e não altera o funcionamento do rastreamento em camadas já disponível no MED 2.0.

De qualquer forma, mesmo esse rastreamento tem limite: se o golpista já tiver sacado o dinheiro em espécie antes de a fraude ser percebida, não há mais "trilha eletrônica" para seguir, e a recuperação fica bem mais difícil.


O que é o MED

O MED não é um botão de "desfazer" um PIX. Ele serve especificamente para casos de fraude, golpe ou falha operacional do sistema — não pode ser usado se você simplesmente se arrependeu de uma compra, errou o valor ou a chave por conta própria, ou está tendo um desentendimento comercial sem indício real de fraude.

Também é importante saber que acionar o MED não garante a devolução automática do dinheiro. Cada caso passa por análise da instituição financeira, e o resultado depende de haver recursos ainda disponíveis nas contas por onde o dinheiro passou.

No fluxo padrão de fraude, os bancos que receberam os valores têm até sete dias para analisar a notificação; se o caso for considerado procedente e houver saldo disponível, o processo segue para a devolução, que pode ser total ou parcial, dependendo do que for encontrado ao longo do caminho.

A nova regra já vale automaticamente para todas as instituições que participam do PIX.

E essa mudança também não abre brecha para cancelar um PIX comum por arrependimento: o prazo de 80 dias vale só dentro dos procedimentos de segurança do MED.

O que fazer se você cair em um golpe pelo PIX

Se você perceber que fez um PIX por causa de um golpe, fraude ou crime, o ideal é procurar seu banco o quanto antes e pedir a abertura do MED.

Mesmo tendo até 80 dias para isso, agir rápido aumenta bastante as chances de ainda haver dinheiro disponível para ser bloqueado ao longo do caminho.

O pedido pode ser feito direto pelo aplicativo: os bancos que oferecem conta para pessoas físicas são obrigados a disponibilizar uma opção de autoatendimento para contestar transações dentro do próprio ambiente do PIX, sem precisar falar com um atendente para começar o processo.

Também vale guardar comprovantes da transação, prints de conversas, anúncios, dados de quem recebeu o dinheiro e qualquer outro registro relacionado ao golpe — esse material pode ajudar bastante na análise do seu caso. Dependendo da situação, também é recomendável registrar um boletim de ocorrência.

Depois do pedido, cabe ao banco verificar se o seu caso se encaixa nas regras do MED e dar continuidade ao procedimento.

Governo Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Fonte: G1 Globo 




Açaí Nova Cruz

Publicidade Google