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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

3° Cavalgada dos amigos será no dia 07 de novembro; confira as atrações

 



A 3ª Cavalgada dos Amigos já está com as atrações musicais confirmadas. O evento será realizado no sábado, 7 de novembro de 2026, reunindo vaqueiros, amazonas e amantes da cultura sertaneja.

A programação contará com apresentações de Léo da Pisadinha, Lucas Santana, Reni dos Teclados e Gil Vaqueiro. A locução ficará por conta de Wilson de Miguel, com sonorização de Val Paredão.

A concentração está marcada para as 10h, no Bar de Lior, próximo à Iracema. Em seguida, os participantes seguirão o trajeto até o bar de André de Bado, na Fazenda Campinas de Vivi.

Organizada por André e família, a cavalgada também contará com feijoada gratuita para vaqueiros e amazonas, valorizando a tradição e promovendo um momento de confraternização entre os participantes.




Prefeitura de Macajuba realizará entrega de 189 quimonos para alunos da Educação em Tempo Integral






A Prefeitura de Macajuba, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizará a entrega de 189 quimonos aos estudantes da rede municipal de ensino que participam das aulas de jiu-jítsu, como parte das ações de fortalecimento da Educação em Tempo Integral no município.

A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva e proporcionar melhores condições para a participação dos alunos nas atividades, contribuindo para o desenvolvimento físico, emocional e social dos estudantes.

O jiu-jítsu, além de estimular a atividade física, desempenha um papel importante na formação dos alunos, promovendo valores como disciplina, respeito, responsabilidade, concentração e trabalho em equipe.

A entrega dos quimonos representa mais um investimento na qualidade da educação municipal, ampliando as oportunidades de aprendizagem e valorizando o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social.

Com ações como essa, a Prefeitura de Macajuba reafirma seu compromisso com o fortalecimento da Educação em Tempo Integral, oferecendo aos estudantes oportunidades que vão além da sala de aula e contribuem para sua formação integral.




ASCOM – Prefeitura de Macajuba

Proprietário esclarece fechamento de área às margens da BA-484, próximo ao anel rodoviário de Macajuba

 


Dono da área afirma que a cerca foi instalada após uma empresa terceirizada colocá-la fora da metragem negociada com o Estado. Segundo ele, a situação foi explicada ao secretário de Infraestrutura.

Após a publicação de uma reportagem do Deixa Comigo Macajuba sobre o alerta de um motorista a respeito do fechamento de áreas conhecidas como “vagas de escape”, nas proximidades do anel rodoviário da BA-484, que liga o distrito de Nova Cruz à sede de Macajuba, o proprietário do terreno entrou em contato com a reportagem para apresentar sua versão dos fatos.

Em mensagem enviada ao comunicador Cristiano Silva, o proprietário explicou que vendeu ao Estado uma área com metragem específica para a construção do contorno rodoviário. Segundo ele, a empresa terceirizada responsável pela instalação da cerca teria colocado a estrutura fora dos limites da área negociada.

O dono do terreno afirmou que deixou a cerca naquele local durante alguns anos, mas decidiu reposicioná-la após, segundo seu relato, pessoas começarem a entrar na propriedade para retirar areia e entulho.

“Resolvemos colocar a cerca no local indicado”, explicou o proprietário, acrescentando que foi procurado pelo secretário municipal de Infraestrutura, Sandrão, a quem teria esclarecido toda a situação.

Proprietário explica questão envolvendo o acostamento

Na mensagem encaminhada ao Deixa Comigo Macajuba, o dono da área também afirmou que o Estado realiza a limpeza do acostamento apenas dentro dos limites que lhe cabem.

Ele acrescentou que, além do terreno em questão, outras áreas de sua propriedade às margens do contorno foram objeto de contato por parte da Coelba e da Embasa, para viabilizar a instalação de redes de energia elétrica e esgotamento sanitário, incluindo a iluminação do desvio.

Segundo o proprietário, a colocação da cerca no local atual ocorreu após uma conversa com o secretário de Infraestrutura.






Secretaria informou que verificaria a situação

Na reportagem anterior, a Secretaria Municipal de Infraestrutura havia informado ao Deixa Comigo Macajuba que verificaria a situação após o alerta de um motorista sobre possíveis riscos à segurança viária.

Deixa Comigo Macajuba 15 anos O Jornal do Povo Macajubense.

Justiça proíbe entrega de título de cidadão soteropolitano a Flávio Bolsonaro no Farol da Barra

 


Cerimônia estava marcada para este sábado (17). Decisão liminar prevê multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento.


Justiça proíbe entrega de título de cidadão soteropolitano a Flávio Bolsonaro no Farol da Barra — Foto: REUTERS/Adriano Machado


A Justiça da Bahia proibiu a Câmara Municipal de Salvador de realizar a cerimônia de entrega do Título de Cidadão da Cidade do Salvador ao senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), prevista para sábado (17), às 15h, no Farol da Barra.

A decisão liminar foi assinada nesta sexta-feira (16) pela juíza Carla Graziela Costantino de Araújo, da 5ª Vara da Fazenda Pública, e prevê multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

A magistrada também suspendeu a transferência temporária da sede do Legislativo municipal para o ponto turístico. A medida foi tomada em uma ação popular movida pela aposentada Maria Lúcia Andrade da Silva e tem cumprimento imediato.

Na decisão, a juíza apontou que a realização da solenidade e a mudança excepcional da sede da Câmara, durante a campanha do segundo turno das eleições, poderiam interferir na disputa eleitoral e dar à homenagem oficial um caráter promocional ou partidário em favor de um candidato à Presidência da República.

Com a decisão, a cerimônia prevista para este sábado está suspensa, assim como a transferência temporária da sede do Legislativo municipal para o local. A ordem determina a intimação urgente do presidente da Câmara e dos procuradores legislativos, por meio de oficial de Justiça de plantão e do sistema eletrônico.


Por que a Justiça suspendeu a cerimônia?

A juíza considerou que a escolha da data e do local para a solenidade poderia comprometer a imparcialidade da atuação institucional do Legislativo municipal no período eleitoral.

Outro ponto destacado foi o custo da transferência temporária da sede da Câmara para o Farol da Barra. Segundo a decisão, a mudança exigiria uma estrutura excepcional de servidores, segurança, cerimonial e equipamentos móveis, com despesas consideradas desproporcionais e desnecessárias.

A magistrada citou os princípios da economicidade e da razoabilidade ao fundamentar a suspensão.

Na ação, a autora também questionou a concessão da honraria e argumentou que Flávio Bolsonaro não teria prestado serviços relevantes ao município de Salvador.

O Título de Cidadão da Cidade do Salvador foi concedido ao senador por meio da Resolução nº 3.592/2026, aprovada em sessão plenária da Câmara Municipal em maio deste ano.


Desempenho de Flávio Bolsonaro na Bahia

Flávio Bolsonaro foi o segundo candidato à Presidência da República mais votado em Salvador, com 391.188 votos. Ele ficou atrás do presidente Lula (PT), que recebeu mais que o dobro dos votos na capital baiana, 944.358.

Enquanto no âmbito geral da eleição, Flávio Bolsonaro saiu à frente — 47,03% dos votos ante os 45,16% de Lula —, na Bahia, ele conseguiu ampliar a votação obtida pelo pai, Jair Bolsonaro (PL), há quatro anos.

O senador recebeu 28,53% dos votos válidos no estado, na votação de domingo (4), contra 66,17% do atual presidente. Já Jair acumulou 24,31% dos votos no primeiro turno de 2022, contra 69,73% de Lula.

O senador superou Lula em apenas quatro cidades baianas no primeiro turno da eleição: Luís Eduardo Magalhães, na região oeste, Buerarema, no sul, Teixeira de Freitas e Itamaraju, ambas no extremo sul. Ao g1, cientistas políticos apontaram que o fortalecimento do bolsonarismo no estado está ligado a conflitos agrários e às afinidades culturais e geográficas entre as cidades baianas e outras regiões do Brasil.


Fonte : G1 Globo 



Flávio ironiza mudança de posicionamento do PT sobre maioridade penal

 


Líder do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Camilo Santana apresentou uma emenda pedindo a mudança para 16 anos



Flávio Bolsonaro (PL) • Reprodução/YouTube


Em live nesta quinta-feira (15), o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) ironizou a mudança de posicionamento do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da SIlva, sobre maioridade penal.

"Vocês não sabem, a bancada do PT estava ensaiando apresentar uma emenda também a favor da redução da maioridade penal, olha...", disse Flávio. "Tinha que ter eleição toda semana, um dia a pessoa se converte, vai pra igreja, é uma maravilha", prosseguiu.

O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL), apresentou na quarta-feira (14) uma emenda para incluir a redução da maioridade na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. O texto sugeria a redução de 18 anos para 16 anos, chegando a 14 anos em determinados crimes, como os hediondos.

Nesta quinta-feira (15), a esquerda teve uma série de reuniões internas para decidir como se posicionar e o senador Camilo Santana (PT-CE), que atua na campanha de Lula, chegou a apresentar emenda de redução da maioridade, embora menos dura do que a de Marinho.

No entanto, toda a proposta envolvendo a segurança pública acabou sendo retirada de pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) no início da noite.

O senador eleitor Guilherme Derrite (PP-SP) chamou a mudança de "milagre eleitoral" durante a live.

Durante sabatina no Jornal Nacional, Lula disse que apoia a emenda de Camilo.


Fonte: CNN Brasil 

Após operação da Polícia Federal, Carlinhos Sobral divulga nota e afirma estar tranquilo; deputado eleito diz que caso teve origem em denúncia da oposição

 Ex-prefeito de Coronel João Sá e deputado estadual eleito afirma que a investigação está relacionada a um processo referente a 2024, período em que comandava a prefeitura. Em Macajuba, ele recebeu 446 votos e contou com o apoio do ex-prefeito Murilo Sampaio.





O ex-prefeito de Coronel João Sá e deputado estadual eleito Carlinhos Sobral (MDB) divulgou uma nota à imprensa e à população após a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF) na manhã de quinta-feira (15 de outubro), no município localizado no nordeste da Bahia.

No comunicado, Carlinhos afirmou estar tranquilo diante das diligências e declarou que o caso está relacionado a um processo referente ao ano de 2024, período em que esteve à frente da administração municipal.

Segundo o político, o caso teve origem em uma denúncia apresentada pela oposição. Ele também afirmou que já tinha conhecimento do processo e que havia apresentado informações e provas relacionadas à sua defesa.

Carlinhos ressaltou que respeita o trabalho das instituições e confia na Justiça. No entanto, declarou que ainda não teve acesso integral aos autos e se colocou à disposição para colaborar com os esclarecimentos necessários.

Na nota, o deputado eleito também agradeceu pelas manifestações de apoio e afirmou que pretende continuar trabalhando por Coronel João Sá e por toda a Bahia.

Operação da Polícia Federal

Conforme noticiado anteriormente pelo portal A TARDE, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em Coronel João Sá. Entre os locais onde ocorreram as diligências estavam um imóvel vinculado a Carlinhos Sobral e prédios que abrigam secretarias da administração municipal.

Até a divulgação da reportagem original, a PF não havia detalhado publicamente o objeto da investigação nem informado se houve apreensão de documentos ou equipamentos.

A manifestação de Carlinhos Sobral apresenta a versão do político sobre o caso. A alegação de que a investigação teve origem em uma denúncia da oposição foi feita por ele na nota divulgada à imprensa.

Carlinhos Sobral recebeu 446 votos em Macajuba

Nas eleições de 2026, Carlinhos Sobral foi eleito deputado estadual com 73.274 votos em toda a Bahia, resultado que garantiu sua eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), com posse prevista para 2027.

Em Macajuba, o emedebista recebeu 446 votos e contou com o apoio do ex-prefeito Murilo Sampaio, que declarou alinhamento político com sua candidatura.

O resultado eleitoral e o apoio recebido no município também foram destacados na reportagem anterior do Deixa Comigo Macajuba sobre a operação da Polícia Federal.

Confira o posicionamento do deputado eleito

Em sua nota, Carlinhos Sobral afirmou:

“Respeito o trabalho das instituições e confio na Justiça. Ainda não tive acesso integral aos autos, mas estou à disposição para colaborar com os esclarecimentos necessários e tenho plena tranquilidade para aguardar o andamento do processo.”

O político encerrou o comunicado agradecendo às pessoas que manifestaram apoio e reafirmando seu compromisso com a população de Coronel João Sá e da Bahia.

Entenda o caso

Na quinta-feira (15), o Deixa Comigo Macajuba publicou reportagem sobre a operação da Polícia Federal que cumpriu mandados de busca e apreensão em Coronel João Sá. A ação atingiu um imóvel vinculado ao ex-prefeito e deputado estadual eleito Carlinhos Sobral, além de prédios de secretarias municipais.

Na ocasião, ainda não havia um posicionamento público do político sobre as diligências. Com a divulgação da nota, a reportagem é atualizada para incluir sua manifestação e os esclarecimentos apresentados por ele.

Até o momento, as informações divulgadas não permitem concluir pela existência de irregularidades por parte de Carlinhos Sobral. O caso deverá ser acompanhado conforme novas informações oficiais forem divulgadas.

Fonte: portal A TARDE e nota divulgada por Carlinhos Sobral.

Deixa Comigo Macajuba 15 anos — O Jornal do Povo Macajubense.

Dois homens são presos e dois adolescentes apreendidos por morte de menino confundido com irmão na Bahia

 



Menino foi morto dentro de casa em Feira de Santana. Suspeitos pretendiam atingir o irmão dele, que estava em outro cômodo.


Dois homens, de 22 e 18 anos, foram presos e dois adolescentes, de 16 e 14, foram apreendidos na quinta-feira (15), suspeitos de envolvimento na morte de Everton Mikael Bacelar Lima, de 11 anos, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. A criança foi morta a tiros dentro de casa, na madrugada de quarta-feira (14), no povoado Sítio do Padre, no distrito da Matinha.

Segundo a Polícia Civil, o menino foi morto por engano. Os suspeitos pretendiam atingir o irmão dele, um adolescente, mas confundiram os dois durante a invasão da residência.

Conforme as investigações, um dos homens presos é primo da vítima e teria levado os outros três suspeitos até a casa da família, por volta da meia-noite. Os dois adolescentes, que entraram no imóvel, são apontados como responsáveis pelos disparos contra Everton. O outro homem preso também teria entrado na residência armado, mas não chegou a atirar.

A criança estava deitada em um colchão na sala, junto com o irmão de 3 anos, quando os suspeitos invadiram o imóvel e atiraram. O irmão mais velho, que seria o alvo da ação, estava em outro cômodo da casa com outros familiares.


Menino de 11 anos foi morto a tiros após ter a casa invadida em Feira de Santana — Foto: Redes Sociais


Prisões e apreensões

Durante as diligências, equipes da Delegacia de Homicídios (DH) apreenderam uma pistola calibre 9 mm, apontada como a arma utilizada no crime, além de um blusão camuflado, uma granada artesanal e outros materiais.

Na residência de um dos adolescentes, os policiais encontraram uma balança de precisão, munições e cocaína.

Um dos homens foi localizado e preso no povoado de Alecrim Miúdo. O outro foi levado à delegacia para prestar depoimento.

Os dois adolescentes foram apreendidos em Feira de Santana e Santa Bárbara. Um deles foi localizado em uma pousada, onde tentava se esconder.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a participação de cada suspeito e verificar se há outros envolvidos.


Relembre o caso

Everton Mikael Bacelar Lima, de 11 anos, foi morto a tiros por volta das 2h20 de quarta-feira (14), dentro da casa onde morava com a família, no povoado Sítio do Padre, no distrito da Matinha, em Feira de Santana.

Segundo as investigações, quatro suspeitos chegaram ao local, arrombaram a porta da residência e atiraram. A criança foi atingida enquanto estava deitada em um colchão na sala.

Familiares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a equipe constatou a morte do menino.

A Escola Municipal Rosa Maria Esperidião Leite suspendeu as aulas na quarta-feira (14) em razão da morte de Everton, que era aluno da instituição.

Em nota de pesar publicada nas redes sociais, a escola lamentou a morte do menino e se solidarizou com familiares e amigos.

A Delegacia de Homicídios (DH) de Feira de Santana investiga o caso.


Fonte: G1 Globo 



Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos, pede investigação de ministros do STF e diz ser responsável por dificuldades do governo

 



Candidato do PT à reeleição deu entrevista à jornalista Renata Lo Prete, da Globo. Flávio Bolsonaro (PL) participa nesta sexta-feira (16).


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta quinta-feira (15) em entrevista à Globo ser favorável à redução da maioridade penal no caso de crimes hediondos, como homicídio qualificado, latrocínio e estupro.

Atualmente, a maioridade é de 18 anos, e Lula defendeu que ela caia para 16 anos em algumas situações. O tema está em discussão no Congresso.

"O meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a pena. Para crimes hediondos. Eu sou a favor, sou a favor", disse Lula à jornalista Renata Lo Prete.


Lula foi questionado ainda sobre suspeitas de envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro, dono do Master e atualmente preso. O presidente defendeu que os ministros citados sejam investigados.

“Nem os ministros da Suprema Corte estão isentos de passar para a sociedade a ideia de ética, a ideia de probidade. Ou seja, não é possível que apareçam na Suprema Corte tantas denúncias. A sociedade brasileira precisa que isso seja apurado. Eu já conversei três vezes com o presidente [do STF, Edson] Fachin, dizendo que é importante que ele, enquanto for presidente, faça a apuração que tiver que fazer e que julgue."


Lula dá entrevista ao JN — Foto: Manuella Mello/Globo


Sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos, Lula disse apostar na negociação comercial e não descartou adotar medidas de reciprocidade para fazer frente às impostas por Donald Trump.

A entrevista, conduzida pela jornalista Renata Lo Prete direto dos Estúdios Globo, no Rio, faz parte da cobertura do segundo turno das Eleições 2026. O programa foi transmitido pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1.


O que Lula disse na entrevista

  • Redução da maioridade penal: Lula defendeu reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes hediondos.
  • Investigação de ministros do STF: Lula defendeu a apuração de denúncias contra ministros do Supremo e disse ter cobrado providências do presidente da Corte, Edson Fachin, três vezes.
  • Relação com os EUA: Lula disse que prefere negociar com Trump e que pode retaliar os EUA caso não haja acordo sobre as tarifas.
  • Responsabilidade pelo governo: Lula assumiu a responsabilidade pelas dificuldades e pela rejeição a seu governo, afirmando que não pode transferir a culpa a outras pessoas.
  • Facções como terroristas: Lula rejeitou a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA e afirmou ter proposto parceria ao governo Trump no combate ao crime organizado.
  • Segurança pública: Lula defendeu ampliar a atuação do governo federal no combate ao crime organizado por meio da PEC da Segurança Pública.
  • Economia: disse que o aumento da dívida pública preocupa e que o melhor caminho para equilibrar as contas do governo é fazer a economia crescer.
  • Endividamento da população: disse que os programas de renegociação lançados por seu governo prestam um "favor extraordinário" aos que têm dívidas e servem como um "recomeço" que ajuda a "reativar" a economia brasileira.
  • Bolsa Família: questionado sobre a decisão de anunciar um reajuste do Bolsa Família às vésperas da eleição, disse que não sabia que o benefício passou quase quatro anos sem correção de valor.
  • Reunião com Vorcaro: afirmou que é procurado por "todos os que estão com problema" e defendeu a atuação técnica do BC, que, segundo ele, levou à liquidação do Banco Master no fim do ano passado.


Redução da maioridade penal

Lula se declarou favorável à redução da maioridade penal para 16 anos no caso de crimes hediondos.

"O meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a pena. Para crimes hediondos. Eu sou a favor, sou a favor", disse Lula.

O presidente havia sido questionado sobre uma emenda apresentada pelo líder do PT no Senado, Camilo Santana, para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Lula defendeu que a redução da maioridade penal seja discutida de forma separada à proposta de emenda.

"Eu sou favorável a reduzir para 16 [anos], mas não discutindo nessa PEC. Essa PEC não é para discutir isso. Primeiro você discute a PEC, aprova a PEC, e aí você pode discutir a maioridade penal ou não."


Investigação de ministros do STF

O presidente foi questionado sobre suspeitas de envolvimento de ministros do STF com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master, que está preso.

Lula afirmou que o ministro Alexandre de Moraes "era o mais implicado" com Vorcaro quando o caso foi debatido em uma sessão do Supremo em setembro e citou relações de outros magistrados com o ex-banqueiro.

"O [Dias] Toffoli também está implicado, o André Mendonça também está implicado e o Kássio [Nunes Marques] está implicado. Agora está todo mundo implicado", disse.

Lula defendeu a investigação de todos os envolvidos no Caso Master, incluindo ministros do STF, e disse que "não é possível imaginar que a sociedade brasileira vai aceitar que não seja apurado tudo e sobre tudo e que não fique pedra sobre pedra e se puna quem precisar punir".

O presidente afirmou que o país precisa aproveitar as revelações do caso Master para estabelecer regras éticas mais rígidas no Judiciário. Segundo ele, os episódios envolvendo ministros do Supremo deveriam servir para “moralizar muitas coisas no país”.

Lula defendeu a criação de regras de conduta mais rigorosas para integrantes da Corte. “Quem quiser ser rico não pode ser ministro da Suprema Corte”, afirmou.


Relação com os EUA


O presidente afirmou que poderá adotar medidas de reciprocidade comercial contra os Estados Unidos caso não consiga chegar a um acordo com o governo de Donald Trump sobre as tarifas impostas aos produtos brasileiros.

“Não quero fazer. Eu quero continuar negociando. Mas, se for necessário fazer, nós vamos fazer”, disse.

Lula afirmou que, apesar das tensões iniciais com o governo americano e dos tarifaços aplicados ao Brasil em 2025 e 2026, conseguiu estabelecer uma relação civilizada com Trump e que os dois já tiveram três conversas.

Segundo Lula, representantes dos dois governos continuaram negociando, e ele acredita que será possível chegar a um acordo.

O presidente destacou que o Brasil ampliou suas relações comerciais com outros países, apesar da queda de 9% no comércio com os Estados Unidos.


Responsabilidade pelo governo

Lula assumiu a responsabilidade por dificuldades enfrentadas pelo seu governo. Questionado sobre o que teria feito de maneira diferente, o presidente afirmou que não poderia atribuir a culpa a outras pessoas.

“Se eu não conseguir ser compreendido pela sociedade brasileira sobre o que o governo faz, eu não posso ficar jogando a culpa em ninguém. Eu tenho que jogar a culpa em mim”, disse.

Lula avaliou que parte das dificuldades enfrentadas por sua gestão esteve relacionada à situação em que encontrou o país ao assumir a Presidência, depois do governo de Jair Bolsonaro (PL).

O presidente afirmou que precisou dedicar os primeiros dois anos à recuperação do país e citou o que classificou como desmonte de dez ministérios.

“Eu só lamento que eu não tenha tido a capacidade de fazer o povo compreender as coisas que eu fiz, porque foram muitas coisas”, afirmou.


Governabilidade e Congresso Nacional

Outro assunto abordado foi a governabilidade de um eventual próximo mandato do PT diante do novo Congresso: o PL elegeu 121 deputados federais e 19 senadores.

O presidente focou sua resposta nos números da esquerda, afirmando que, para o seu governo atual, foi eleito com 70 deputados e 9 senadores. Segundo ele, com essa composição, conseguiu aprovar “99% de tudo” que fizeram no Congresso, incluindo a reforma tributária.

Lula também disse que, com exceção do PL, todos os partidos participaram do seu governo. “Tivemos uma grande participação das pessoas no governo. É por isso que nós conseguimos aprovar tudo. E se não for assim, você não governa o país”, disse.


Facções como terroristas

Questionado sobre a ação dos Estados Unidos de classificar como organizações terroristas as facções criminosas brasileiras PCC e CV, o presidente manteve a posição contrária à decisão.

Segundo Lula, os grupos criminosos são "terroristas" com os cidadãos brasileiros em seus territórios, mas isso é diferente do terrorismo cometido por grupos contra países, como enquadraram os EUA. Ele citou como exemplo os ataques do 11 de Setembro de 2001.

"Quando os Estados Unidos falam em terrorismo, eles falam em terrorismo de Estado, em terrorismo como aqueles que atentaram contra as duas torres americanas, como aquele que quer dar golpe de estado. Não é o caso das facções e do crime organizado do Brasil, que só querem o dinheiro", disse.


Segurança pública

Lula citou ações na área da segurança feitas em seu governo e disse ter proposto parceria ao governo de Donald Trump. Ao citar a Lei Antifacção, aprovada na atual gestão, o presidente detalhou o que pretende fazer para a segurança pública caso seja reeleito.

"A Constituição brasileira nunca permitiu que a União se metesse na segurança pública, que era questão dos estados. Eu, agora, quero me meter. Por isso mandamos a PEC [da Segurança]. Eu quero definir o seguinte: para o trabalhador, a comunidade, queremos tranquilidade, segurança e proteção, e para os bandidos, a gente vai querer prisão".

Se a PEC da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso, Lula disse que pretende criar o Ministério da Segurança Pública. Afirmou ainda que, se for reeleito, pretende transformar 138 presídios em unidades de segurança máxima.


Comando da Polícia Federal

O presidente foi questionado sobre o fato de o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ter ido a uma festa organizada por Daniel Vorcaro, do Master, em Londres. Lula disse ter repreendido Andrei.

"Ele me deu uma explicação, não foi convincente para mim. Ele não precisava ter ido. Aliás, ninguém precisava ter ido para aquela festa”, afirmou.

Questionado se manteria Andrei como diretor da PF em um eventual novo mandato, Lula respondeu que só definirá isso após as eleições: "Primeiro, eu preciso ganhar as eleições. Quando eu ganhar, eu vou sentar e vou montar o time outra vez."


Reunião com Daniel Vorcaro

O presidente foi questionado sobre uma reunião que teve no Palácio do Planalto com Daniel Vorcaro. Em resposta, Lula disse que o fundador do Master o procurou como “todos que estão com problema” e procuram o presidente.

“O que o Silvio Santos fez quando o Banco Panamericano deu problema? Foi me procurar. O que você acha [sobre] o banco da igreja do Edir Macedo? Foi me procurar. Todos vão me procurar. O que eu falo é o seguinte: o Banco Central não investiga politicamente. O Banco Central vai investigar tecnicamente. Se tiver problema técnico e for detectado, o banco fecha”, disse.

Na avaliação do candidato, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se posicionaram dessa forma.

Ainda segundo Lula, Vorcaro relatou a ele estar sendo “perseguido politicamente”. O presidente disse ter respondido que o fundador do Master seria investigado.

"Ninguém é condenado a priori. O cidadão me procurou para dizer 'estão me perseguindo politicamente'. Até disse os nomes das pessoas que estavam perseguindo. E eu disse o seguinte: 'Você não vai ser perseguido, vai ser investigado'. Um mês depois, o banco fechou. Porque ele estava errado. É assim que as coisas acontecem."


Reajuste do Bolsa Família 

Lula foi questionado sobre por que reajustou pela primeira vez o Bolsa Família somente a 17 dias do primeiro turno das eleições. Disse que não sabia que o programa estava sem reajuste e que cobrou explicações de seus ministros ao descobrir a situação. “É inexplicável que, no governo do Lula, alguém pense em não reajustar a inflação no salário das pessoas. É impensável, mas aconteceu”, disse.

O presidente afirmou que, após tomar conhecimento da situação, decidiu conceder o reajuste e compensar os valores que não haviam sido repassados anteriormente.

Sobre a proposta de Orçamento de 2027, enviada ao Congresso em 31 de agosto, não prever a correção do Bolsa Família, o presidente reiterou que mandou aumentar o valor.

“Eu fui perguntar por que não aumentaram o Bolsa Família. Se tem espaço fiscal, por que não aumentaram? Aí tomei a decisão de mandar dar o Bolsa Família”, afirmou.

Taxa de juros e questão fiscal

Lula criticou o fato de a taxa básica de juros, a Selic, ainda estar em patamares elevados. A Selic é definida pelo Comitê de Política Monetária, do Banco Central. O presidente foi questionado sobre declarações do presidente do BC, Gabriel Galípolo, que disse considerar ultrapassado o modelo econômico baseado no consumo - defendido por Lula.

"O jeito de você resolver o problema fiscal é fazer a economia ficar crescendo. Eu estou com 80 anos de idade, eu vivo isso há 50 anos, essa briga. Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. Toda vez. E eu não quero que o povo pobre pague", disse Lula.

Sobre a relação entre a dívida brasileira e o Produto Interno Bruto (PIB), que aumentou em seu governo e superou os 80%, o petista afirmou estar preocupado.

"Eu sei que se a gente perder o controle do nosso orçamento, a coisa quebra".

Se for reeleito, Lula afirmou que pretende apostar na microeconomia e no microcrédito. "E tenho divergências de muitos economistas porque tenho uma tese econômica: muito dinheiro na mão de poucos é pobreza, e pouco dinheiro na mão de muitos é riqueza".


Endividamento e Desenrola

A entrevista também tratou do endividamento populacional no Brasil. Um estudo da FGV citado pela jornalista Renata Lo Prete aponta que um a cada quatro brasileiros está contraindo dívidas para pagar contas básicas, como água, luz e gás.

O presidente argumentou que, quando tomou posse, 78% da população estava endividada. “Criamos o Desenrola 1 e atendemos 15 milhões de pessoas”, disse. O governo fez duas outras edições do programa.

Ainda segundo Lula, o Planalto irá fazer um leilão da dívida da população. “A expectativa é de que os bancos vão vender a dívida descontando 92% ou 93%”, declarou. “Estamos comprando as dívidas das pessoas que devem mais de R$ 4 mil. A União vai comprar essa dívida”.

De acordo com o presidente, o custo do saneamento da dívida é R$ 150 bilhões.

Lula também citou o perdão de dívidas do MEI, medida que faz parte do projeto de lei complementar aprovado nesta quinta-feira no Senado.

“Nós descobrimos que tinha 12,7 bilhões de dívida ativa da União, dívida que a União não vai receber mais. Então eu sugeri que a gente estudasse a possibilidade de anistiar a dívida das pessoas, para começarem uma vida nova. E, ao mesmo tempo, nós vamos disponibilizar uma espécie de crédito e o aval de R$ 5 mil para essas pessoas que zeraram a sua vida começarem uma vida nova”, disse.


Tarifa de energia elétrica

Questionado sobre o aumento na tarifa de energia elétrica, Lula atribuiu a alta à privatização do setor no governo de Jair Bolsonaro (PL), incluindo a Eletrobras. “Fizeram o favor de privatizar a Eletrobras a troco de banana. Então, o povo está pagando o preço”, disse.

O presidente afirmou que o governo pretende aproveitar a produção de energia limpa e barata como fator de desenvolvimento econômico, para atrair investimentos em data centers. Segundo Lula, a estratégia envolve ampliar a participação do Brasil na economia verde, criativa e digital.


Saúde pública e tempo de espera

A última pergunta feita ao candidato foi sobre uma reclamação que permanece na saúde pública: o tempo de espera para o atendimento médico, mesmo com a criação do programa Mais Especialistas.

Em resposta, Lula disse que a área da saúde estava “desmontada” quando ele assumiu em 2023: “A gente tinha 20 e poucos mil médicos. Quando eu voltei para a Presidência, eu tinha apenas 12 mil. Nós já contratamos 16 mil, para ir para 28 mil médicos."

Segundo o presidente, o programa Mais Especialistas está avançando. “É difícil, mas nós vamos ter, ainda este ano, 150 carretas andando pelo Brasil fazendo todos os exames de que a mulher precisa, sobretudo câncer de mama, câncer de útero, ou seja, fazendo outros exames, ressonância magnética, todas as imagens de que a mulher precisar."

Lula também citou o estabelecimento de convênios com “hospitais particulares que estão pagando parte da dívida que têm com o Estado para atender pelo SUS” e com as Santas Casas. “Ainda falta muito, porque a fila é muito tempo. A pessoa esperava dois anos, três anos”, disse.


Fim da escala de trabalho 6x1

Nas considerações finais, o presidente mencionou a aprovação no Senado nesta quarta (14) do fim da escala de trabalho 6x1. Com a mudança, que é uma bandeira do governo Lula, os trabalhadores passarão a ter duas folgas por semana ao invés de uma, sem redução de salário.

"Eu tenho certeza absoluta de que o país está no rumo certo. Eu tenho certeza de que a aprovação [do fim] da escala 6x1, de que a política que nós fizemos para os MEIs, de que essa coisa que eu estou pensando em fazer, de dar transporte gratuito para as pessoas no final de semana, já que vai ter dois dias de descanso... é uma coisa maravilhosa para as pessoas."


Flávio Bolsonaro será entrevistado nesta sexta (16)

Lula abriu a série de entrevistas da Globo com os candidatos que disputam a Presidência neste segundo turno das eleições. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio em reunião com representantes das campanhas.

O candidato Flávio Bolsonaro (PL), que também disputa o segundo turno da eleição presidencial, será entrevistado na sexta-feira (16), também por Renata Lo Prete.


Onde assistir às entrevistas?

As entrevistas podem ser acompanhadas ao vivo pelos seguintes canais e plataformas:

  • g1: transmissão simultânea
  • TV Globo: após o Jornal Nacional;
  • GloboNews: transmissão simultânea;
  • Globoplay: entrevista completa disponível após a exibição;
  • g1: conteúdo na íntegra após a transmissão.


Quando será o debate presidencial da Globo?

No dia 23 de outubro, a TV Globo realizará o último debate entre os candidatos à Presidência da República no segundo turno das Eleições 2026.

Foram convidados Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O encontro será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, e mediado pelo jornalista César Tralli.

O debate será transmitido ao vivo pela TV Globo, com exibição simultânea pela GloboNews e pelo g1, logo após o Jornal Nacional.


Fonte: G1 Globo 

CIPE Chapada apreende carro e moto roubados e adulterados em rodovia de Ruy Barbosa

 



Um automóvel e uma motocicleta com restrição de furto/roubo e sinais de adulteração foram apreendidos pela Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Chapada) na manhã desta quinta-feira (15). A ação ocorreu por volta das 11h40, na rodovia BA-421, no município de Ruy Barbosa.

De acordo com as informações apuradas pelo site Ruy Barbosa Notícias, a guarnição realizava patrulhamento especializado pela região quando avistou três indivíduos parados no acostamento da via, próximos a um carro e uma moto.

Ao perceberem a aproximação da viatura policial, os suspeitos abandonaram os veículos e fugiram em direção ao matagal no entorno da pista. Os policiais realizaram varredura no perímetro com o objetivo de localizar os suspeitos, mas ninguém foi encontrado.

Durante a inspeção nos veículos abandonados — um Volkswagen Polo e uma motocicleta Honda Sahara 300 —, a equipe policial constatou adulterações nos elementos de identificação. Além disso, após consulta ao sistema, foi verificado que ambos os veículos possuíam restrição por furto ou roubo.

Os veículos apreendidos foram guinchados e apresentados na Delegacia Territorial de Ruy Barbosa (B.O. nº 772205/2026), onde a ocorrência foi registrada e as medidas cabíveis foram adotadas para a identificação e restituição aos legítimos proprietários. A ação contou com o apoio do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM).





Fonte: Ruy Barbosa Notícias 


quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Grupo Globo demite diretor-geral após vazamento de conversas com Vorcaro

 



Foto: Divulgação


O Grupo Globo comunicou nesta quinta-feira (15) a demissão de Frederic Kachar do cargo de diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio. A decisão ocorre após o vazamento de conversas de WhatsApp nas quais o ex-banqueiro Daniel Vorcaro negociava com o executivo patrocínios em eventos do grupo, fazia pedidos de reportagens de seu interesse, debatia matérias feitas por jornalistas do Globo e tecia comentários sobre festas com mulheres estrangeiras.

Fred Kachar, como era conhecido, liderava as operações dos jornais O Globo, Extra e Valor, além das revistas da Editora Globo, como Vogue e Marie e Claire, e o Sistema Globo de Rádio, que inclui a rádio CBN.

Em uma das conversas extraídas pela PF (Polícia Federal) do celular do dono do Master, Vorcaro acionou Kachar para promover a marca da então namorada, a influenciadora Martha Graeff. "De repente ver se você consegue uma capa pra ela na Vogue. Ela tem cancha pra isso", disse.

Kachar respondeu que aparecer na capa na Vogue era "um processo mais longo". Mas prometeu colocar a influenciadora em outras publicações do grupo. "Eu te asseguro um destaque importante pra Martha. E falarei de capa também com Marie Claire e Ela". E avisou: "Vou pautar Vogue, Marie Claire e Ela".


Conversa entre Vorcaro e Kachar sobre capa da Vogue imagem: Obtido pelo UOL


Três dias depois, as três publicações deram reportagens sobre a Happy Aging, marca de suplementos de Martha lançada em Miami. "Ficaram ótimas, obrigado", escreveu Vorcaro. Ele só reclamou da Marie Claire, que "deu uma batidinha no final".

Na semana seguinte, Kachar retomou a negociação: "Próximo passo é uma capa a Ela ou Marie Claire. Só precisamos de um fato novo". Vorcaro respondeu: "Capa será muito legal". Kachar: "Estamos trabalhando pra isso!".

Na mesma conversa, Kachar pediu ajuda a Vorcaro para "destravar o uso do novo contrato" de publicidade do banco com a editora.

"Tínhamos um plano robusto pra outubro", escreveu. Vorcaro respondeu que tinha falado com a responsável: "Será feito".



Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre próxima capa Imagem: Obtido pelo UOL


O Master patrocinou o Baile da Vogue em 2024, com R$ 825 mil, e o camarote da editora no Carnaval de 2023, com R$ 1,6 milhão, segundo uma tabela enviada por Kachar a Vorcaro.

Em 2025, ano em que os problemas do Master começaram a aparecer, o nome da instituição saiu das propostas. "Tirei o banco nos dois casos", escreveu Kachar. Os materiais do baile foram impressos com duas marcas de Vorcaro, Desinchá e Happy Aging, e o executivo da Globo combinou com o banqueiro "500k na Vogue e 800k no camarote".


Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre tirar o Banco Master das propostas Imagem: Obtido pelo UOL


Nas mesmas conversas, Kachar fazia piadas com a "guerra na Ucrânia", expressão usada no grupo de Vorcaro para festas com mulheres estrangeiras. "Já está na Ucrânia, rs?", escreveu em março de 2024, horas depois de o banqueiro dizer que haveria naquele dia um "plano ataque soviético".

Uma semana depois, Kachar perguntou: "Temos guerra na Ucrânia nessa semana?". Vorcaro respondeu: "Tem hoje. Bora?". Kachar disse que não conseguiria ir naquele dia e perguntou se haveria na semana seguinte: 'Se tiver, tô dentro'.



Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre Guerra na Ucrânia Imagem: Obtido pelo UOL


Em maio, Kachar procurou Vorcaro para convidá-lo para um camarote onde o então banqueiro poderia assistir ao show da Madonna junto com a cúpula do grupo Globo. Vorcaro estaria fora do país, mas anunciou que naquela terça-feira haveria "festa". "Dessa vez eu vou!", respondeu Kachar.

Como mostrou o UOL, refugiadas ucranianas integravam um negócio de prostituição financiado por Vorcaro.

Quando o jornalismo da Editora Globo publicou informações negativas sobre o banco, porém, Kachar defendeu os repórteres.

Em abril de 2024, Vorcaro reclamou de um post da colunista Malu Gaspar sobre o fórum de Londres e disse que teria que "abortar o evento com o Valor".

"Se tiver algum erro na coluna da Malu, peço a correção imediata", respondeu Kachar. "Não estou entendendo esse seu tom comigo."





Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre Coluna da Malu Gaspar Imagem: Obtido pelo UOL


Em julho, Vorcaro disse que o colunista Lauro Jardim havia publicado "informação falsa" e perguntou se havia uma "campanha corporativa" contra ele. "Não tem campanha alguma, claro", respondeu o executivo.





Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre campanha corporativa Imagem: Obtido pelo UOL


Em setembro, o banqueiro reclamou de uma reportagem do Valor sobre os resultados do banco. "Eles colocaram os dois lados", escreveu Kachar. "Não dá pra fazer matéria sem olhar pra todos os fatos."


Conversa entre Daniel Vorcaro e Frederic Kachar sobre os dois lados de uma matériaImagem: Obtido pelo UOL


O banqueiro também demonstrou preocupação com textos publicados no Estadão, na Folha e no UOL, mas levou as demandas a assessores de imprensa ou aos jornalistas com quem tinha relação de fonte.

No Estadão e na Folha, Vorcaro manifestou interesse em investir na compra de espaço publicitário, mas depois disse a um interlocutor que era melhor "assumir que são inimigos". As mensagens indicam que ele acabou comprando publicidade nos dois jornais através da Foone, empresa de Flávio Carneiro, que atuava como assessor de imagem de Vorcaro.

No final da tarde desta quinta-feira, o Grupo Globo anunciou que Luís Henrique Guimarães, vice-presidente executivo da holding do Grupo Globo, vai acumular interinamente a direção-geral de Mídia Impressa e Rádio.


Leia a nota do Grupo Globo

Comunicamos hoje o desligamento de Frederic Kachar da direção-geral de Mídia Impressa e Rádio. Ontem, tivemos acesso ao conteúdo de conversas privadas mantidas com Daniel Vorcaro entre outubro de 2023 e julho de 2025 que revelaram uma relação inadequada do executivo com um anunciante da Editora Globo. Reforço aqui o nosso compromisso com a ética e a transparência e, sobretudo, reafirmo a absoluta independência editorial do jornalismo de nossos veículos, premissa essencial de nossa atuação.

O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que os nossos veículos têm feito do caso Master é a demonstração mais concreta do compromisso inegociável de todos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo. Desde sempre, nossos profissionais e veículos têm trazido informações e denúncias que ganharam grande destaque e repercutiram em toda a imprensa. Nosso noticiário absolutamente independente de patrocínio ou de qualquer relação comercial pode ser verificado facilmente na cobertura dos mais diversos assuntos - a do caso Master é apenas um deles.

Reconhecemos os 29 anos de dedicação de Frederic Kachar ao desenvolvimento dos negócios de mídia no Grupo Globo. Ao longo de sua trajetória, Frederic Kachar exerceu diferentes funções de liderança, assumindo, em 2008, a direção-geral da Editora Globo e, em 2015, também a da Infoglobo. Em 2018, liderou a integração dos negócios na nova Editora Globo, que reúne marcas como O GLOBO, Extra e Valor, além das publicações das Edições Globo Condé Nast e da Globo Livros. A partir de 2020, passou a responder também pelo Sistema Globo de Rádio, conduzindo iniciativas de transformação digital, modernização e reestruturação das empresas.

Informamos que Luis Henrique Guimarães, vice-presidente executivo da holding do Grupo Globo, vai acumular interinamente a direção-geral de Mídia Impressa e Rádio.


João Roberto Marinho

Presidente do Grupo Globo e do Conselho de Administração do Grupo


Fonte: Uol

Fim da 6x1: entenda quais profissões serão afetadas pela mudança e quem fica de fora

 




Proposta prevê jornada de até 40 horas semanais e permite escalas diferenciadas em setores como saúde, segurança e transporte, respeitados os limites de trabalho e descanso.


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com dois dias de descanso remunerado por semana, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (14).


Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que 14,8 milhões de trabalhadores que são contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) atuam na escala 6x1 no Brasil. A proposta, porém, permite que algumas atividades continuem com regimes de jornada e descanso diferenciados.

➡️ A proposta recebeu 75 votos favoráveis e um contrário nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra. Com a aprovação nas duas Casas do Congresso, a emenda constitucional segue para promulgação, sem necessidade de sanção do presidente da República. As novas regras começam a valer após a publicação, mas a implementação será gradual.

A mudança prevê dois dias de repouso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima, sem diminuição salarial. Dois meses após a publicação da emenda, o limite semanal cairá de 44 para 42 horas. Após mais um ano, passará para 40 horas.

A proposta também permite regimes diferenciados de jornada e descanso, que poderão ser regulamentados por lei e por normas coletivas, respeitando os limites constitucionais. (veja como funcionam as escalas de trabalho).

É o caso de setores que precisam funcionar continuamente, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Segundo o advogado trabalhista Hugo Luiz Schiavo, a proposta não estabelece uma lista de profissões que ficariam fora das novas regras.

“Não há uma lista de profissões que ficariam fora das novas regras, nem seria recomendável que ela existisse”, afirma Schiavo.

Isso significa que trabalhadores dessas áreas poderão ter a jornada e os períodos de descanso organizados de maneira diferente, conforme as regras aplicáveis à atividade.

A possibilidade de manter escalas especiais, como a 12x36, dependerá da regulamentação e das condições previstas para cada regime. O advogado também destaca que o intervalo para refeição e descanso deve ser respeitado.

A proposta prevê ainda tratamento diferenciado para trabalhadores com diploma de nível superior e remuneração igual ou superior a 2,5 vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Para esse grupo, as novas regras de duração e controle da jornada não serão obrigatórias, salvo se o empregador decidir aplicá-las ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva. O direito ao repouso, porém, permanece. (entenda)

A legislação trabalhista já prevê situações em que não há controle tradicional de jornada, como no caso de empregados que ocupam cargos de confiança ou que trabalham fora da empresa em atividades nas quais não é possível controlar o horário.


Quem pode ter impactos menores com a mudança

Nem todos os trabalhadores terão redução da jornada de 44 para 40 horas. Algumas categorias já possuem limites menores previstos em lei, enquanto outras não são regidas pela CLT.

Bancários: algumas funções têm jornada de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira, totalizando 30 horas semanais. Por isso, a redução do limite geral de 44 para 40 horas não representa mudança para esses trabalhadores

Teleatendimento e telemarketing: esses profissionais já têm jornada de até seis horas diárias e 36 horas semanais. A nova regra pode afetar principalmente a forma de organização dos dias de descanso.

Trabalhadores de minas subterrâneas: também têm limites específicos de jornada, inferiores às 44 horas semanais previstas como limite geral.

Autônomos, MEIs e PJs: quem trabalha por conta própria ou presta serviços como pessoa jurídica sem vínculo de emprego não é regido pela CLT e, portanto, não está diretamente sujeito às novas regras.

Trabalhadores informais: profissionais sem carteira assinada, como ambulantes, entregadores e motoristas de aplicativo, também não estão submetidos às regras da CLT.


Quem pode manter escalas diferentes

O fim da escala 6x1 não significa necessariamente que todos os trabalhadores passarão a cumprir uma rotina tradicional de cinco dias de trabalho e dois de folga consecutivos.

Setores que precisam manter serviços contínuos poderão organizar as jornadas e os descansos de maneira diferenciada, conforme a regulamentação e as regras de negociação coletiva.

  • Saúde: hospitais e serviços de emergência podem manter plantões e escalas especiais, como a 12x36.
  • Segurança: atividades que precisam funcionar continuamente podem manter escalas diferenciadas.
  • Transporte: trabalhadores do setor podem ter a jornada organizada de acordo com a necessidade de funcionamento dos serviços.
  • Limpeza urbana: por funcionar em horários variados e de forma contínua em muitas cidades, o setor pode adotar uma organização específica da jornada.
  • Portaria e vigilância: trabalhadores dessas áreas também podem ter escalas especiais, conforme as regras aplicáveis.


Escalas especiais poderão ser mantidas

A advogada trabalhista Elisa Alonso, sócia do RCA Advogados, explica que o fato de uma atividade poder adotar uma escala diferenciada não significa que seus trabalhadores perderão o direito à nova proteção.

Segundo ela, setores que precisam manter serviços contínuos, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão organizar as jornadas e as folgas de forma diferente, inclusive por meio de acordos e convenções coletivas.

"Não significa que hospitais, serviços de segurança ou sistemas de transporte tenham necessariamente de adotar uma escala tradicional de segunda a sexta-feira", afirma.

Na avaliação da advogada, trabalhadores que já atuam na escala 12x36, por exemplo, poderão continuar submetidos a esse modelo, desde que sejam respeitados os limites previstos na nova regra e as condições específicas de compensação.

Assim, um hospital não precisaria necessariamente substituir todos os plantões de 12 horas por jornadas de oito horas.

A especialista ainda ressalta que há diferença entre excluir uma profissão das novas regras e permitir que uma categoria tenha uma escala diferenciada.

No primeiro caso, o trabalhador perderia o direito à nova proteção. No segundo, o direito permanece, mas a forma de organizar a jornada e os descansos é adaptada às características da atividade.

"Talvez o principal efeito da proposta não seja simplesmente trocar a expressão '6x1' por '5x2'", afirma Alonso.

Para quem hoje trabalha seis dias e folga um, a principal mudança seria a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e a ampliação do descanso de um para dois dias. A distribuição desses períodos, porém, poderá variar conforme a atividade e as regras estabelecidas para cada regime.

"Para algumas categorias, isso poderá significar cinco dias de trabalho e dois de folga; para outras, a manutenção de plantões ou escalas especiais, com uma distribuição diferente dos períodos de descanso", explica a advogada.


Plenário do Senado Federal discute a PEC do fim da escala 6x1 — Foto: Jonas Pereira/Agência Senado


Fonte: G1 Globo 




Assista ao vivo: Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Macajuba- 15/10/2026

 


Assista ao vivo agora 5ª Sessão Ordinária do Segundo Período da Câmara Municipal de Macajuba- 15/10/2026

Montaria de Nova Cruz ao Sítio Carneiro acontece neste domingo (18)

 




Cavaleiros e amantes da cultura sertaneja se preparam para participar da montaria de Nova Cruz ao Sítio Carneiro, neste domingo, 18 de outubro. O evento é organizado por Juarez e família e promete reunir participantes da região em um momento de confraternização e valorização das tradições do interior.

A saída está prevista para as 11h, com chegada ao Bar de Juarez, onde será oferecido almoço aos cavaleiros.

A programação contará ainda com show de Léo da Pisadinha, garantindo música e animação para o público presente.




PF faz buscas em imóvel ligado a deputado eleito Carlinhos Sobral e em secretarias na Bahia; político recebeu apoio de Murilo em Macajuba

 Carlinhos Sobral (MDB) foi eleito deputado estadual com 73.274 votos na Bahia. Em Macajuba, recebeu 446 votos e contou com o apoio do ex-prefeito Murilo Sampaio.

deputado eleito na Bahia, Carlinhos Sobral (MDB) - Foto: Reprodução | Redes Sociais | @carlinhossobral15


A Polícia Federal (PF) realizou, na manhã desta quinta-feira (15 de outubro), uma operação de busca e apreensão no município de Coronel João Sá, no nordeste da Bahia. Entre os locais vistoriados estão um imóvel vinculado ao ex-prefeito e deputado estadual eleito Carlinhos Sobral (MDB) e prédios que abrigam secretarias da administração municipal, conforme informações publicadas pelo portal A TARDE.

Até o fechamento da reportagem original, a Polícia Federal não havia divulgado detalhes sobre o objeto da investigação, o alcance dos mandados judiciais ou eventuais materiais apreendidos. A PF e o deputado eleito foram procurados, mas não haviam se manifestado sobre as diligências.

Carlinhos Sobral recebeu 446 votos em Macajuba

Nas eleições de 2026, Carlinhos Sobral conquistou 73.274 votos em todo o estado da Bahia, garantindo a eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), com posse prevista para 2027.

Em Macajuba, o candidato recebeu 446 votos, conforme os dados eleitorais divulgados pelo portal Macajuba Acontece. O resultado colocou o emedebista entre os candidatos a deputado estadual votados no município.


Apoio do ex-prefeito Murilo Sampaio

Durante a articulação política para as eleições de 2026, Carlinhos Sobral recebeu o apoio do ex-prefeito de Macajuba, Murilo Sampaio, que anunciou alinhamento político com o então candidato a deputado estadual.

A aliança foi divulgada nas redes sociais de Carlinhos e também noticiada anteriormente pelo Deixa Comigo Macajuba.


Trajetória política

Carlinhos Sobral administrou a Prefeitura de Coronel João Sá por três mandatos consecutivos e também exerceu duas legislaturas como vereador antes de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.

O caso segue sem esclarecimentos públicos detalhados sobre os motivos das buscas realizadas nesta quinta-feira. Até que as autoridades divulguem novas informações, não é possível afirmar a existência de irregularidades por parte dos alvos da operação.

Fonte: A TARDE

Deixa Comigo Macajuba 15 anos — O Jornal do Povo Macajubense.

Açaí Nova Cruz

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