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sexta-feira, 6 de março de 2026

Obesidade infantil: médica pede 30% de imposto em bebidas açucaradas e veto a ultraprocessados nas escolas

 


Projeção global indica 507 milhões de estudantes com excesso de peso até 2040; no Brasil, 33% das crianças já estão acima do ideal, e estudo aponta risco precoce de infarto e AVC ainda na infância.

Obesidade infantil: médica pede 30% de imposto e veto a ultraprocessados nas escolas — Foto: Adobe Stock


O mundo pode ter 507 milhões de crianças em idade escolar com sobrepeso ou obesidade até 2040, segundo o Atlas Mundial da Obesidade divulgado no Dia Mundial da Obesidade. No Brasil, 33% das crianças e adolescentes estão com excesso de peso e 13% com obesidade, segundo dados do Sisvan, sistema que monitora o estado nutricional e consumo alimentar da população. Para especialistas, o cenário já impacta a saúde infantil com doenças antes restritas à vida adulta — e exige ação urgente de governos e famílias.

Especialistas alertam que ultraprocessados são cada vez mais acessíveis – inclusive em escolas - enquanto frutas, verduras e legumes ficaram mais caros. A inflação das frutas já foi mais de 40% maior que a dos refrigerantes, destaca a endocrinologista Maria Edna de Melo.

“Como exigir meio quilo por dia de frutas, verduras e legumes — como recomenda a Organização Mundial da Saúde — se grande parte da população vive com um salário-mínimo?”, questiona a médica, que recomenda um planejamento alimentar semanal às famílias.

No Brasil, escolas que recebem verba federal devem utilizar os recursos apenas com alimentos saudáveis. Mas nas escolas privadas ainda não há regulamentação nacional para cantinas.

Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), publicado no International Journal of Obesity, identificou sinais precoces de inflamação e disfunção do endotélio — camada que reveste os vasos sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade. O achado reforça evidências de que o excesso de peso aumenta o risco de aterosclerose, infarto e acidente vascular cerebral ainda na infância.

No Brasil, atualmente a estimativa é que 16,5 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos estivessem com sobrepeso ou obesidade em 2025. Do total da população desta faixa etária, o número representa menos de 40% do total. Para 2040, a estimativa da Federação Mundial de Obesidade é que o percentual ultrapasse 50%.

Para falar sobre o avanço da obesidade infantil e os caminhos possíveis para frear o problema, o Bem-Estar conversou com a endocrinologista Maria Edna de Melo, chefe da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, coordenadora da Comissão de Advocacy da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e diretora do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Obesidade e sobrepeso entre crianças no Brasil — Foto: Arte/g1


Mudança no padrão alimentar impulsiona avanço da obesidade

Segundo a médica, a obesidade é uma doença multifatorial, mas a alimentação tem papel central. Nas últimas décadas, houve mudanças no sistema alimentar, com maior oferta e acesso a produtos mais calóricos e ultraprocessados.

“Nós comemos mais calorias, com mais facilidade. E esse excesso de energia vai se acumulando na forma de gordura”, afirma Melo

A médica destaca que o crescimento é mais intenso entre populações de baixa renda — e que não se trata de culpa individual. “Existe marketing, existem custos. Os ultraprocessados são cada vez mais acessíveis, enquanto frutas, verduras e legumes ficaram mais caros. A escolha não é tão livre quanto parece”, diz.

Doenças crônicas já aparecem antes dos 10 anos

O impacto na saúde física pode começar cedo. Crianças com obesidade podem apresentar dificuldades de locomoção, dores articulares e problemas ortopédicos.

Além disso, já surgem alterações metabólicas importantes: hipertensão, triglicérides elevados, colesterol HDL baixo e até diabetes. “São doenças que tradicionalmente apareciam depois dos 40 anos e que agora vemos antes da adolescência”, afirma Melo.

Segundo a médica, estudos indicam que uma criança com obesidade grave aos 5 anos pode ter expectativa de vida de 43 anos.

Obesidade já atinge 1 em cada 5 crianças no mundo e deve superar desnutrição até 2027

Dia Mundial da Obesidade: 66% das pessoas com a doença dizem que 'escolhas pessoais' podem prevenir condição

Saúde mental: qualidade de vida pode ser pior que a de crianças com câncer

Para crianças e adolescentes obesos, o impacto emocional costuma ser ainda mais profundo. A obesidade é uma doença visível e frequentemente estigmatizada.

Há estudos mostrando que a qualidade de vida de crianças com obesidade pode ser semelhante ou pior do que a de crianças com câncer. Melo destaca que, enquanto a criança com câncer tende a ser acolhida, a criança com obesidade é responsabilizada pela própria condição.

O bullying é frequente e pode levar a ansiedade, depressão e até abandono escolar. “Muitas estratégias adotadas pelas escolas são insuficientes. Às vezes, o próprio ambiente reforça a estigmatização”, diz.

A médica também alerta para o risco de compulsão alimentar, especialmente quando há restrições rígidas ou cobranças excessivas. “Comemos de forma muito mais instintiva do que racional. Somos biologicamente programados para buscar alimentos mais energéticos”, explica.

Planejamento e ambiente alimentar em casa

Na prática, o que as famílias podem fazer? Para a endocrinologista, o primeiro passo é planejamento. Chegar em casa exausto e decidir o que fazer às 21h favorece a escolha do que é mais fácil, como macarrão instantâneo ou prato congelado.

A endocrinologista orienta organizar a semana no fim de semana, preparar alimentos básicos como arroz e feijão e congelar porções. Ela também recomenda evitar manter ultraprocessados em casa.

Sobre rótulos, a médica chama atenção para a presença de adoçantes. Para fugir do alerta de excesso de açúcar, muitos produtos adicionam adoçantes — cujo limite seguro é calculado por quilo de peso corporal. Como a criança pesa menos, é mais fácil ultrapassar o limite diário.

Melo recomenda observar a lista de ingredientes. “Se tem algo que você não reconhece, pense duas vezes”, orienta.

Ambiente escolar e políticas públicas

No Brasil, escolas que recebem verba federal devem utilizar os recursos apenas com alimentos saudáveis. Porém, nem sempre o financiamento cobre todos os custos, e nas escolas privadas não há regulamentação nacional para cantinas.

Há projetos de lei em tramitação para ampliar a restrição de ultraprocessados nas escolas. Um deles está no Senado e propõe regras mais rígidas para todas as instituições de ensino.

A médica também defende medidas estruturais, como aumento do imposto sobre bebidas açucaradas. Segundo ela, especialistas estimam que a taxação deveria chegar a 30% para ter impacto significativo. “Não nascemos tomando refrigerante. Reduzir o consumo é uma recomendação das autoridades de saúde pública”, declara.

Melo lembra ainda que discussões sobre publicidade infantil de alimentos ultraprocessados se arrastam há anos sem que uma lei tenha sido promulgada.

Sedentarismo e excesso de telas

Outro fator que agrava o cenário é o sedentarismo. A atividade física tem papel social, ajuda no desenvolvimento e na convivência. Mas atualmente, muitas crianças passam horas no celular. Questões como violência urbana também limitam brincadeiras ao ar livre, especialmente em áreas mais vulneráveis.

Para a médica, enfrentar a obesidade infantil exige uma combinação de estratégias: melhorar o ambiente alimentar, fortalecer políticas públicas, apoiar famílias e reduzir o estigma. “Transferir a responsabilidade para a criança é inaceitável. É uma tarefa da sociedade”, defende.

Fonte: G1 Globo 


Localizado: Homem que estava desaparecido em Macajuba é encontrado e segue sob cuidados médicos

 Antônio Ludugerio Ramos, de 56 anos, foi localizado em uma área de mata após dias de buscas intensas por parte de familiares e da comunidade.

(Rio Capivari, próximo de onde Antônio foi encontrado)


Uma notícia aguardada com ansiedade trouxe alívio para os moradores de Macajuba. Antônio Ludugerio Ramos, de 56 anos, que estava desaparecido desde o último domingo (01), foi finalmente encontrado.
Morador da Rua Felinto Soares Sampaio, Antônio sofre de surtos psíquicos e havia sido visto pela última vez nas imediações do Rio Capivari. Após mobilização da família e apoio da comunidade local, ele foi localizado em uma região de difícil acesso, entre as fazendas Sorte Linda e Beiru, no lado oposto do Rio Capivari.

Logo após ser encontrado, Antônio foi encaminhado para a unidade de saúde local. No momento, ele segue internado no Hospital Julieta Sampaio, em Macajuba, onde recebe atendimento médico e passa por avaliação após o período em que esteve exposto na mata.
A família, que buscou desesperadamente por informações durante toda a semana, agradece a todos que compartilharam as notícias e colaboraram com as buscas.
Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.

Justiça autoriza que associação plante, transporte e produza óleo de cannabis para fins medicinais na Bahia

 



Associação recebeu habeas corpus preventivo, que impede que funcionários e pacientes sejam presos por cultivar e transportar cannabis.


Associação na Bahia produz medicamentos a base de cannabis há três anos — Foto: Tati Oliveira


O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) concedeu um habeas corpus preventivo para uma associação que cultiva e produz cannabis para fins medicinais no estado. Com isso, os pacientes com prescrição médica e os funcionários da Associação Chapada Diamantina de Pacientes e Estudos de Cannabis Medicinal (ACDC) não poderão ser presos, investigados ou ter os materiais apreendidos.

"É um marco para a Bahia e mostra uma visão do judiciário estadual bem moderna e de acordo com os avanços da saúde no mundo", afirmou Tiago Sodré, diretor de comunicação da ACDC.

⚠️Um habeas corpus preventivo é uma decisão judicial usada para evitar que uma pessoa seja presa ou tenha sua liberdade restringida no futuro, devido a uma conduta específica analisada pelo juiz. Nesse caso, por exemplo, os pacientes não podem ser presos por posse de drogas.

A ACDC fica localizada na cidade de Ibicoara, na Chapada Diamantina, funciona há três anos e atende cerca de 500 pacientes. A associação produz óleo medicinal de cannabis para atender pessoas com doenças graves ou difíceis de tratar, como Parkinson, depressão recorrente e câncer.

Muitos dos pacientes já tinham a prescrição médica e a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importar os produtos à base de cannabis, mas comprar o óleo no exterior é caro e burocrático, sendo inviável para muitos pacientes.

Segundo Tiago Sodré, a associação solicitou à Justiça o habeas corpus preventivo para garantir a segurança dos funcionários e dos pacientes, já que eles poderiam ser denunciados por cultivo de cannabis, por exemplo.

A Justiça decidiu pelo habeas corpus preventivo, ou seja, autorizou que a associação e seus associados produzam os medicamentos. O g1 teve acesso a decisão, que libera:

🌱 cultivo e colheita a cannabis;

🌱 manipulação e preparo do óleo e outros derivados;

🌱 transporte de sementes, plantas e produtos;

🌱 envio dos medicamentos para os associados;

🌱 elaboração de parcerias com universidades e centros de pesquisa para estudos sobre cannabis medicinal.


Sede da associação, na Chapada Diamantina — Foto: Tati Oliveira


Para o diretor de comunicação da ACDC, a decisão traz uma segurança jurídica para os profissionais que trabalham na associação e para os pacientes atendidos.

Apesar das liberações, a Justiça exigiu o cumprimento de regras, como:

•manter cadastro completo de todos os pacientes;

•exigir prescrição médica atualizada;

•guardar laudos médicos com diagnóstico;

•produzir apenas quantidade compatível com as prescrições;

•enviar relatórios semestrais ao Ministério Público com dados de produção e distribuição.

Fonte: G1 Bahia 

Vorcaro chega a Brasília em voo da PF e vai para presídio federal

 


PF pediu transferência por causa da influência do banqueiro


Foto: © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido nesta sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal em Brasília, presídio de segurança máxima.

Vorcaro foi preso na quarta-feira (4) e estava custodiado na Penitenciária de Potim, no interior paulista. Ele foi levado para a capital federal em um avião da Polícia Federal (PF), que pousou no Aeroporto Internacional de Brasília por volta das 15h30. 

Antes de seguir para o presídio, Vorcaro passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) da Polícia Civil do Distrito Federal. O procedimento é praxe antes da entrada na penitenciária federal.

A transferência foi autorizada, nesta quinta-feira (5), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator das investigações da Operação Compliance Zero, que apura as fraudes no Banco Master, e atendeu a um pedido da própria PF.

Segundo a corporação, o banqueiro pode influenciar as investigações sobre as fraudes no Banco Master.

“As peculiaridades do caso concreto revelam cenário que recomenda cautela redobrada quanto à execução da medida constritiva, sobretudo diante da potencial capacidade do investigado de mobilizar redes de influência com aptidão para, direta ou indiretamente, interferir na regular condução das investigações ou no cumprimento das determinações judiciais”, justificou a PF.

Além disso, a PF alegou que a transferência é necessária para proteger a integridade física de Vorcaro.

Na quarta-feira (4), Luiz Phillipi Mourão, aliado do banqueiro, também foi preso durante a terceira fase da Operação Compliance Zero e tentou se matar na carceragem da superintendência da PF em Minas Gerais. Ele está internado em um hospital de Belo Horizonte.

De acordo com as investigações, Mourão atuava como ajudante de Vorcaro. “Sicario”, como era chamado pelo empresário, ele seria responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro.


Ex-banqueiro Daniel Vorcaro após ser preso. Foto: Polícia Civil/Reprodução


Histórico

Daniel Vorcaro foi preso novamente na quarta-feira de manhã pela Polícia Federal, na terceira fase da Operação Compliance Zero. 

No ano passado, o empresário também foi alvo de um mandado de prisão da operação, mas ganhou direito à liberdade provisória, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

A nova prisão foi fundamentada em mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da operação. Nas mensagens, Vorcaro ameaça jornalistas e pessoas que teriam contrariado seus interesses.

A Compliance Zero apura fraudes bilionárias no Banco Master, que causaram um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos para o ressarcimento a investidores. 

Edição: Sabrina Craide

Bahia: Ônibus escolar que levava crianças pega fogo e fica totalmente destruído.

 


Ônibus ficou destruído após incêndio em Barrocas — Foto: Redes Sociais



Um ônibus escolar pegou fogo na manhã desta sexta-feira, dia 06 de março, na zona rural de Barrocas. As crianças que estavam no veículo conseguiram sair a tempo com a ajuda do motorista, e ninguém ficou ferido.

O caso aconteceu no povoado de Alecrim, enquanto o veículo realizava o transporte de estudantes para a escola.

Segundo apurou a TV Subaé, o incêndio começou após uma pane elétrica. Ao perceber o problema, o motorista retirou rapidamente os alunos do ônibus antes que as chamas se espalhassem. 

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e conseguiram controlar o fogo.

Apesar da rapidez da ocorrência, o incêndio não pôde ser contido antes que o veículo fosse tomado pelas chamas. Segundo a prefeitura, o ônibus era relativamente novo.

A prefeitura de Barrocas também informou que as causas do incêndio serão investigadas.


Fonte: Blog do Adenilton com informações do G1 Bahia 

MPF abre investigação para apurar possíveis práticas de tortura e tratamento degradante no BBB 26

 


Investigação foca na dinâmica do "Quarto Branco" e em episódios de risco à saúde dos participantes durante o reality show


Arte: Comunicação/MPF


O Ministério Público Federal (MPF) determinou a instauração de um inquérito civil para investigar possíveis práticas de tortura e tratamentos desumanos ou degradantes no programa Big Brother Brasil 26. A decisão, assinada pelo procurador regional adjunto dos Direitos do Cidadão, Julio Araujo, fundamenta-se em representações que apontam riscos à integridade física e psicológica dos participantes da atual edição do reality show.

O procedimento teve origem após relatos de episódios convulsivos vivenciados pelo participante Henri Castelli durante uma prova de resistência. O representante da denúncia alega que as condições impostas pela produção expõem a saúde dos envolvidos a riscos desnecessários, citando exemplos de edições anteriores e casos recentes, como o do participante Breno, que ficou “exilado”, em uma área externa da casa. Segundo o documento, submeter indivíduos a situações perigosas para gerar entretenimento pode representar uma afronta direta à dignidade humana.

Um dos pontos centrais da investigação é a dinâmica do "Quarto Branco". A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) enviou uma "Carta Aberta" ao MPF manifestando indignação com o quadro, afirmando que a metodologia utilizada guarda semelhança com práticas de tortura empregadas durante a ditadura civil-militar brasileira.

De acordo com o documento da CEMDP, uma participante chegou a desmaiar em janeiro de 2026, após permanecer mais de 100 horas em reclusão. O relato detalha que ela teria sido obrigada a ficar de pé em um pedestal de diâmetro ínfimo, técnica descrita como similar às utilizadas em regimes ditatoriais latino-americanos para infligir sofrimento.

Em sua fundamentação, o procurador da República destaca que a liberdade de produção das emissoras de TV não constitui um “salvo-conduto” para violar direitos fundamentais. Como concessionárias de serviço público, as emissoras devem respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família, conforme estabelecido no artigo 221 da Constituição Federal.

O MPF ressalta que a vedação à tortura e ao tratamento degradante é um preceito constitucional absoluto que deve ser zelado por todas as esferas de governo. Para o órgão, a normalização do sofrimento alheio como forma de espetáculo é incompatível com os objetivos fundamentais da República de construir uma sociedade justa e solidária.

Em resposta prévia constante nos autos, a TV Globo alegou que oferece acompanhamento médico permanente, com suporte de UTI móvel e protocolos de encaminhamento hospitalar. Sobre Henri Castelli, a emissora afirmou que o participante recebeu o atendimento necessário e foi levado a unidades de saúde externas em duas ocasiões.

Como diligência inicial do inquérito, o MPF solicitou que a TV Globo preste informações detalhadas sobre os questionamentos levantados pela Comissão de Mortos e Desaparecidos.

Fonte: Ministério Público Federal

Colisão entre moto e ambulância deixa mulher morta na BA-417 entre Serrolândia-BA e Várzea do Poço-BA.

 


Um grave acidente envolvendo uma motocicleta e uma ambulância do município de Várzea do Poço-BA resultou na morte de uma mulher na rodovia BA-417, no trecho que liga as cidades de Serrolândia e Várzea do Poço, no interior da Bahia.

De acordo com informações iniciais, a ambulância se envolveu em uma colisão com a motocicleta na rodovia, provocando grande mobilização de equipes de socorro. Com o forte impacto, uma mulher não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Outras pessoas que estavam no veículo ou envolvidas no acidente ficaram feridas. Elas receberam os primeiros atendimentos de equipes de emergência e foram encaminhadas para unidades de saúde da região.

As circunstâncias da colisão ainda estão sendo apuradas e as autoridades competentes deverão investigar as causas do acidente. A identidade da vítima fatal e o estado de saúde dos demais feridos ainda não foram divulgados oficialmente.



Fonte: FR Notícias, com informações Blog do Ril de Beto

Guerra no Oriente Médio pode influenciar ritmo de queda dos juros no Brasil

 



Especialistas avaliam que cortes da Selic devem começar em março, mas cenário externo pode reduzir o ritmo ao longo do ciclo


Ritmo de corte da Selic pode ser reduzido pelo cenário externo
Joédson Alves/Agência Brasil - 15.03.24

A escalada do conflito no Oriente Médio acendeu um alerta no mercado financeiro global, mas ainda não deve impedir o início do ciclo de corte de juros no Brasil. Mesmo assim, a poucos dias da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), marcada para 17 e 18 de março, economistas avaliam que o cenário externo pode influenciar a trajetória da taxa básica de juros, especialmente se houver pressão persistente sobre o petróleo e o dólar.

Para Leonardo Costa, economista do ASA, o conflito ainda não altera de forma relevante o cenário base da política monetária brasileira. “O choque geopolítico aumenta a incerteza global e pode elevar prêmios de risco, mas ainda é cedo para assumir efeitos persistentes sobre inflação, câmbio ou condições financeiras domésticas”, afirma.

Segundo ele, a tendência é que o Banco Central adote cautela e aguarde maior clareza sobre a duração e a intensidade da crise. “A avaliação corrente é que o Copom deve manter o plano de iniciar o ciclo de flexibilização, com corte de 0,50 ponto percentual na reunião de março”, diz.

Alta do petróleo

A alta recente do petróleo é um dos principais pontos de atenção, mas, até agora, não é vista como suficiente para alterar o início dos cortes.

“O Banco Central tende a reagir mais à persistência do choque e aos seus efeitos sobre expectativas de inflação do que a movimentos pontuais de commodities”, explica Costa.

Ele ressalta, no entanto, que um aumento mais prolongado da commodity pode mudar esse quadro. “O que poderia alterar a trajetória seria um aumento mais prolongado e expressivo, capaz de gerar repasses relevantes para preços domésticos e expectativas.”

Na mesma linha, o economista Augusto Mergulhão avalia que o corte de juros deve ocorrer, mas com possíveis ajustes no ritmo ao longo do tempo. “Como o Copom já sinalizou o início de corte, tem que ocorrer uma desancoragem das expectativas muito elevada para ele não cortar”, afirma.

Para ele, o cenário de guerra pode influenciar mais a intensidade das reduções do que o início do ciclo. “O que pode acontecer é, se persistir muito essa guerra, a magnitude da redução ser menor. Em vez de reduzir 0,50 ponto percentual, reduz 0,25 ponto percentual. De maneira mais cadenciada e mais lenta.”

Câmbio e inflação no radar

Mesmo com sinais recentes de desaceleração da inflação, o cenário externo segue no radar do Banco Central. Costa destaca que fatores como câmbio, commodities e condições financeiras globais fazem parte da análise da autoridade monetária.

“Caso a escalada do conflito amplifique a aversão ao risco, pressione o dólar ou provoque alta persistente das commodities energéticas, isso poderia reduzir o espaço para cortes mais profundos ao longo do ciclo”, afirma.

Entre os canais de transmissão, o câmbio costuma ter papel central no curto prazo, enquanto o petróleo impacta diretamente combustíveis e custos produtivos.

Impacto pode ir além dos combustíveis

Para o economista César Bergo, a guerra tende a ter efeitos mais amplos, especialmente se houver prolongamento do conflito. “Uma guerra você sabe quando começa e não sabe quando termina. E me parece que essa está longe de terminar”, afirma.

Ele destaca que a alta do petróleo já gera distorções no mercado de energia e pressiona a inflação global. “Não tem a menor dúvida de que afeta a política de juros, sim.”

Apesar disso, Bergo também acredita que o corte deve ocorrer na reunião de março, ainda que haja incerteza sobre a magnitude. “A pergunta é se vai ser 0,25 ponto percentual ou 0,5 ponto percentual. Eu acredito que vai ser 0,5”, afirma.

Risco de contaminação da inflação

O principal risco no horizonte, segundo os economistas, é uma alta persistente do petróleo que acabe se espalhando pela economia. Para César Bergo, esse movimento pode pressionar diretamente a inflação, especialmente se os aumentos forem duradouros.

“Uma alta persistente no petróleo, como a gente viu, de 20% em uma semana, não tem mercado que aguente. Se isso se mantiver, vai realmente pressionar e pode ocasionar um repique da inflação”, afirma.

Na prática, o impacto começa nos combustíveis e avança para custos como frete, logística e produção, encarecendo bens e serviços ao consumidor.

Na avaliação de Mergulhão, o impacto vai além dos combustíveis. “O petróleo é a base da economia mundial, porque influencia o custo do transporte, da produção e da entrega de praticamente tudo o que a gente consome”, afirma. “No final, o impacto é sentido em toda a cadeia produtiva.”

Cenário global

Além do petróleo, a combinação de incerteza global, volatilidade nos mercados e pressão sobre o câmbio também entra na conta. Segundo Mergulhão, esse ambiente pode desancorar expectativas de inflação, o que influencia diretamente a atuação do Banco Central.

Já Bergo ressalta que o cenário internacional — incluindo decisões de juros nos Estados Unidos e na Europa — também pesa sobre o Brasil. “A geopolítica internacional faz parte do radar do Banco Central”, afirma.

Ele reforça que, diante desse contexto, se o cenário externo piorar, o mais provável não é a interrupção dos cortes, mas um ritmo mais lento — prolongando o período de juros elevados e seus efeitos sobre crédito, consumo e crescimento econômico.

Fonte: Notícias R7 

Tecnologia facilita abuso sexual de 3 milhões de adolescentes no Brasil, diz UNICEF

 



Relatório aponta que 1 em cada 5 jovens de 12 a 17 anos foram vítimas de abuso ou exploração sexual facilitados por ferramentas digitais em apenas um ano



Dados indicam que vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia têm cinco vezes mais chances de se automutilar ou apresentar pensamentos suicidas, afetando tanto meninas quanto meninos. 
- (crédito: Reprodução/Freepik)

Em apenas um ano, um em cada cinco adolescentes brasileiros entre 12 e 17 anos foi vítima de exploração e/ou abuso sexual facilitados pelo uso de tecnologias digitais. O dado, equivalente a cerca de 3 milhões de meninas e meninos, faz parte do relatório Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia, divulgado nesta quarta-feira (4/3).

O estudo foi produzido pelo UNICEF Innocenti, em parceria com a ECPAT International e a INTERPOL, com financiamento da iniciativa global Safe Online. A pesquisa reúne evidências sobre como ferramentas digitais, como redes sociais, jogos online e aplicativos de mensagens, estão sendo usadoa para facilitar crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes.

A violência sexual “facilitada” pela tecnologia ocorre quando dispositivos ou plataformas digitais são utilizados em alguma etapa do abuso ou da exploração. Isso pode acontecer desde o aliciamento e a extorsão da vítima até a produção, armazenamento ou disseminação de material de abuso sexual infantil. Em muitos casos, o crime ocorre totalmente no ambiente virtual. Em outros, envolve interações online que levam a encontros presenciais ou ainda situações físicas registradas e compartilhadas por meio da tecnologia.

Entre as situações mais recorrentes identificadas pela pesquisa, a exposição a conteúdo sexual não solicitado aparece como a forma mais comum de violência, atingindo 14% das crianças e adolescentes entrevistados. Em quase metade dos casos (49%), o agressor era alguém conhecido da vítima.

Outro dado preocupante é o silêncio que cerca esses episódios: 34% das crianças e adolescentes que sofreram violência sexual facilitada pela tecnologia não contaram o ocorrido a ninguém.

Segundo Joaquin Gonzalez-Aleman, representante do UNICEF no Brasil, o estudo mostra que os riscos estão presentes tanto nas interações online quanto nas relações cotidianas das vítimas.

“Compreender essas dinâmicas é essencial para fortalecer políticas públicas, aprimorar mecanismos de proteção e promover respostas coordenadas entre governos, Sistema de Justiça, setor privado, plataformas digitais e sociedade civil. O objetivo é garantir que crianças e adolescentes possam exercer seus direitos no ambiente online de forma segura, protegida e livre de violências”, afirmou.

Para Mark Beavan, chefe da Unidade de Crimes contra Crianças da INTERPOL, os resultados da pesquisa devem orientar ações mais firmes de enfrentamento ao problema. “As conclusões, baseadas em evidências, estão fornecendo às forças de segurança recomendações práticas e apoio direcionado. Esses esforços contribuem para a implementação, pelo Brasil, das resoluções globais da INTERPOL sobre crimes contra crianças”, disse.

Redes sociais e aplicativos estão entre os principais meios

O levantamento mostra que, em 66% dos relatos, a violência ocorreu por meio de canais digitais. Entre eles, redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas aparecem em 64% dos casos, enquanto jogos online correspondem a 12% das ocorrências.

Entre as plataformas mais citadas pelas vítimas, Instagram (59%) e WhatsApp (51%) aparecem com destaque como ferramentas utilizadas pelos agressores para se aproximar ou interagir com crianças e adolescentes.

Em 26% das situações, o agressor era uma pessoa desconhecida. Já 25% das vítimas não conseguiram ou não quiseram identificar quem cometeu o crime, o que evidencia as dificuldades de denúncia, especialmente quando há anonimato nas interações digitais.

Mesmo quando o agressor é conhecido, a tecnologia costuma desempenhar papel central. Entre os casos em que a vítima conhecia o autor da violência, 52% relataram que o primeiro contato aconteceu online. Outras situações indicaram primeiros contatos na escola (27%), na casa da própria criança (11%) ou em locais de prática esportiva (2%), mostrando como os ambientes digitais e presenciais se sobrepõem.

De acordo com Marium Saeed, especialista em pesquisa do escritório de Estratégia e Evidência do UNICEF Innocenti, a tecnologia não cria necessariamente novas formas de violência, mas amplia práticas que já existiam. “As tecnologias digitais não estão necessariamente criando formas totalmente novas de violência. Em vez disso, elas muitas vezes facilitam e ampliam formas já existentes de exploração e abuso”, explicou.

Uso de inteligência artificial também preocupa

O relatório também chama atenção para o uso de inteligência artificial generativa na criação de material de abuso sexual infantil.

Segundo a pesquisa, 3% das crianças e adolescentes entrevistados relataram que alguém utilizou IA para criar imagens ou vídeos de conteúdo sexual com sua aparência. O fenômeno está relacionado à prática conhecida como deepfake, em que rostos ou corpos são manipulados digitalmente para gerar conteúdos falsos.

O UNICEF já alertou anteriormente que a criação e disseminação desse tipo de material também configura violência sexual e pode provocar impactos profundos na vida das vítimas.

Para Andreia Varrella, chefe do Programa Justiça e Direitos da Criança da ECPAT International, o Brasil já possui legislação importante para enfrentar esse tipo de crime, mas ainda há desafios na aplicação das normas.

“O Brasil construiu uma base legal sólida para proteger e cuidar de crianças submetidas à exploração e ao abuso sexual facilitados pela tecnologia. O que a pesquisa revela são lacunas na forma como a lei é implementada”, afirmou Andreia.

A pesquisa também identificou situações em que criminosos se aproveitam de dificuldades econômicas enfrentadas por famílias.

Em apenas um ano, 5% das crianças relataram ter recebido ofertas de dinheiro ou presentes em troca do envio de fotos ou vídeos de conteúdo sexual, enquanto 3% disseram ter recebido propostas semelhantes para encontros presenciais com finalidade sexual.

Apesar dessas situações, o estudo não encontrou diferença estatisticamente significativa entre vítimas de áreas urbanas ou rurais, nem em relação à escolaridade das crianças ou dos pais.

Além da violência em si, o estudo destaca os efeitos duradouros sobre a saúde mental das vítimas. Crianças e adolescentes que passaram por esse tipo de situação relatam ansiedade constante, medo, retração social e sentimentos de culpa.

Dados da pesquisa indicam que vítimas de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia têm mais de cinco vezes mais chances de se automutilar ou apresentar pensamentos suicidas, afetando tanto meninas quanto meninos.

Entre os motivos para não denunciar, 22% disseram não saber a quem recorrer, 21% citaram vergonha, 16% relataram medo de não serem acreditados e 7% temiam que outras pessoas descobrissem o ocorrido.

Também aparecem como barreiras não saber como registrar denúncia (18%), ameaças feitas pelo agressor (17%) e desconhecimento de que a situação configura crime (15%).

Recomendações para enfrentar o problema

O relatório defende que prevenir e enfrentar a exploração sexual infantil facilitada pela tecnologia exige ações coordenadas entre diferentes setores da sociedade.

Entre as recomendações estão:

•fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente;

•atualização de leis diante dos desafios das tecnologias emergentes;

•inclusão de educação sobre consentimento e proteção digital nas escolas;

•capacitação de profissionais da rede de proteção;

•criação de salvaguardas mais eficazes nas plataformas digitais;

•ampliação da divulgação de canais de denúncia acessíveis e seguros.

Segundo Marija Manojlovic, diretora executiva da Safe Online, o objetivo é transformar dados em ações concretas de proteção. “A pesquisa oferece evidências claras sobre como as crianças vivenciam os danos online e um roteiro prático para fortalecer a resposta nacional”, afirmou.

O estudo foi baseado em 1.029 entrevistas com crianças e adolescentes de 12 a 17 anos e 1.029 entrevistas com pais ou responsáveis, realizadas em visitas domiciliares entre novembro de 2024 e março de 2025.

As perguntas abordaram experiências ocorridas nos 12 meses anteriores à participação no estudo. A pesquisa também incluiu entrevistas com jovens de 16 a 24 anos que sofreram abuso antes dos 18, além de profissionais do sistema de Justiça e de segurança pública.

O levantamento utilizou um desenho amostral de probabilidade aleatória em três estágios e alcançou 95% de cobertura do trabalho de campo no Brasil.

Fonte: Correio Braziliense 

Quase 900 perfumes falsificados são apreendidos em loja na Bahia; produtos eram vendidos a partir de R$ 50

 


Apressão ocorreu na Rua Voluntários da Pátria, em Feira de Santana. Produtos, que imitavam diversas marcas famosas, eram comercializados por valores de até R$ 80.

Quase 900 perfumes falsificados foram apreendidos na manhã de quarta-feira (4), em uma loja de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. Segundo a Polícia Civil, os produtos imitavam diversas marcas nacionais e internacionais e estavam expostos para venda.

A apreensão ocorreu na Rua Voluntários da Pátria, no bairro Sobradinho, após denúncia sobre a comercialização dos perfumes. A investigação começou depois que representantes de marcas identificaram, por meio de publicações em redes sociais, a venda de produtos falsificados em uma loja do ramo de perfumes e semijoias.

Perfumes foram apreendidos em loja de Feira de Santana — Foto: Polícia Civil


Ainda conforme a Polícia Civil, os agentes foram até o estabelecimento, onde constataram a presença de 870 perfumes com aparência e rotulagem semelhantes às de marcas conhecidas.

Entre os produtos apreendidos estavam frascos que imitavam perfumes como Malbec, 212 (Sexy, VIP Black e VIP Rosé), Kouros, Bleu de Chanel, Silver Scent, Gabriela Sabatini, Fantasy, Bad Boy, Good Girl, Million, Invictus, Animale, CK, Lacoste, La Vie Est Belle, Scandal e Angel.

De acordo com informações obtidas no local, os perfumes eram vendidos por valores entre R$ 50 e R$ 80.

O proprietário da loja não estava presente no momento da ação, mas uma funcionária prestou depoimento e indicou quem seria o responsável pelo estabelecimento. Amostras dos produtos foram encaminhadas ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana, que realizará a perícia para confirmar a falsificação e identificar a origem dos materiais.

Quase 900 perfumes foram apreendidos em Feira de Santana após denúncia — Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil informou que os responsáveis poderão responder por crimes como violação de direito autoral qualificada, falsificação de produtos, estelionato e crimes contra as relações de consumo. As investigações continuam para identificar todos os envolvidos no caso.

Fonte: G1 Globo 


Governo antecipa Pis/Pasep e libera Seguro-Desemprego para atingidos por chuvas em MG

 


Temporais deixaram mais de 70 mortos e 10 mil desalojados em cidades da Zona da Mata

Pessoa manuseia cédulas de diferentes valores (Agência Brasil)


O governo federal anunciou, na quinta-feira (5), a antecipação do pagamento do abono salarial Pis/Pasep aos moradores de Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá (MG), afetados pelas fortes chuvas nas últimas semanas. A medida também conta com a liberação de duas parcelas extras do Seguro-Desemprego para os trabalhadores dos municípios.

No caso do abono, a antecipação vale para o calendário já em andamento, beneficiando os trabalhadores nascidos entre março e dezembro, com vínculo empregatício em empresas localizadas em uma das três cidades. Com a alteração, os trabalhadores que receberiam o benefício entre abril e agosto terão os valores antecipados para 16 de março de 2026.

Ao todo, serão beneficiados 96.077 trabalhadores, com um impacto financeiro estimado em R$ 122,3 milhões — sendo 76.240 em Juiz de Fora, 2.404 em Matias Barbosa e 17.433 em Ubá. O pagamento será feito conforme o tipo de empregador: servidores públicos receberão pelo Banco do Brasil, enquanto funcionários de empresas privadas receberão pela Caixa Econômica Federal.

Para saber se tem direito ao abono, basta acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou o portal gov.br.

Já em relação ao Seguro-Desemprego, serão beneficiados os trabalhadores que foram dispensados entre 1º de setembro de 2025 e 31 de março de 2026. As parcelas adicionais serão liberadas automaticamente pelo sistema do Seguro-Desemprego no momento da solicitação do benefício. Ao todo, a medida deve alcançar cerca de 13.507 trabalhadores nos três municípios afetados.

Segundo o governo, a medida visa auxiliar os moradores afetados pelas fortes chuvas no estado, que provocaram a morte de 72 pessoas, sendo 65 em Juiz de Fora e sete em Ubá. Os temporais provocaram enchentes e deslizamentos de terra, deixando quase 10 mil desabrigados e desalojados nos municípios. Um gabinete federal foi instalado no estado para monitorar a situação e auxiliar na reconstrução das cidades.

Fonte: SBT News 

Vereadora Fabrizzia fala sobre Sessão Solene para entrega de Título de Cidadão Macajubense ao Diácono Genival

 



Na última quinta-feira, 5 de março de 2026, foi realizada uma emocionante Sessão Solene pela Câmara Municipal de Macajuba para a entrega do Título de Cidadão Macajubense ao Diácono Genival. A homenagem foi proposta pela vereadora Fabrízzia (PT), como forma de reconhecer os relevantes serviços prestados pelo religioso ao município e à comunidade.

A solenidade contou com a presença de autoridades locais e regionais, familiares, amigos e membros da comunidade católica, que compareceram para prestigiar esse momento especial de reconhecimento e gratidão. Durante o evento, foram destacadas a dedicação, a fé e o trabalho pastoral do diácono Genival, que ao longo dos anos tem contribuído de forma significativa para a vida religiosa e social da cidade.

Em sua fala, a vereadora Fabrízzia ressaltou que a homenagem é um gesto de justiça e reconhecimento por tudo o que o diácono Genival representa para o povo macajubense. Segundo ela, mesmo antes de residir definitivamente na cidade, o diácono sempre esteve presente em diversos momentos da comunidade, participando de vigílias, celebrações e visitando as famílias.

“Hoje, o nosso município reconhece oficialmente alguém que já é macajubense de coração. O diácono Genival tem uma história de amor, fé e serviço dedicada ao nosso povo”, destacou a vereadora.

A entrega do título simboliza o carinho e o respeito da população de Macajuba pelo trabalho e pela missão religiosa desempenhada pelo homenageado. Em clima de emoção e gratidão, o diácono Genival agradeceu pela honraria e reafirmou seu compromisso de continuar servindo à comunidade com fé, humildade e dedicação.

A noite foi marcada por momentos de reconhecimento, fé e união, reforçando a importância de valorizar pessoas que contribuem para o desenvolvimento espiritual e social da cidade de Macajuba. ✨🙏




Homem morre após passar por exame de colonoscopia em RO; família diz que ele teve o intestino perfurado

 


Caso aconteceu em uma clínica particular de Cerejeiras. Thyago tinha síndrome nefrótica, doença que exige acompanhamento médico frequente.

Thyago da Silva Severino — Foto: Reprodução/acervo pessoal


Thyago da Silva Severino, de 34 anos, morreu no último sábado (28), após ter o intestino perfurado durante uma colonoscopia realizada em uma clínica particular de Cerejeiras (RO), segundo a família. O exame fazia parte do acompanhamento médico que ele realizava regularmente.

Thyago tinha síndrome nefrótica, doença que exige acompanhamento médico frequente. Por causa do tratamento com medicamentos imunossupressores, ele também desenvolveu sarcoma de Kaposi, que, segundo o Instituto Nacional do Câncer, é um tumor mesenquimal, ou seja, originado de tecidos derivados do mesênquima (como vasos sanguíneos e linfáticos).

Segundo a família, o quadro do Thyago era controlado e não comprometia o bem-estar dele.

De acordo com os parentes, durante a colonoscopia, feita na última sexta-feira (27), houve uma perfuração no intestino. O médico responsável pelo exame, que acompanhava Thyago havia cerca de oito anos, interrompeu o procedimento e informou que o órgão estaria “um pouco comprometido”, indicando a possibilidade da perfuração.

Após o ocorrido, Thyago foi socorrido e levado ao Hospital São Lucas, em Cerejeiras. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Regional de Vilhena, onde passou por avaliação médica.

Na sexta-feira (27), ele foi submetido a uma cirurgia e depois encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Thyago não resistiu e morreu na manhã de sábado (28).

Ao g1, o irmão da vítima informou que a família registrou denúncia na Polícia Civil para que as circunstâncias da perfuração e os procedimentos adotados pelo médico responsável sejam investigados.

Na manhã de sexta-feira (6), a polícia confirmou que o caso já está sendo investigado.

“A gente não tem nenhuma intenção de vingança. Queremos esclarecimento. Se ficar comprovado que foi algo inevitável, vamos ficar em paz. Mas, se houver culpa do médico por negligência, imprudência ou imperícia, também queremos que haja responsabilização”, afirmou.

O g1 entrou em contato com o médico responsável pelo exame e com a clínica onde o procedimento foi realizado, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1 Globo 




Campeonato Municipal de Futsal 2026 será aberto no dia 14 de março em Macajuba

 


A Prefeitura de Macajuba realizará no próximo dia 14 de março a abertura oficial do Campeonato Municipal de Futsal 2026. A competição promete movimentar o esporte local, reunindo atletas, equipes e torcedores em uma noite de grandes jogos na Quadra da Praça de Eventos.

A programação de abertura contará com duas partidas. Às 18h30, pela categoria masculina, se enfrentam Largados x Cascavel. Em seguida, às 19h30, será disputado o jogo da categoria feminina entre Itaberaba x Arsenal de Utinga.

O campeonato contará com a participação de diversas equipes nas categorias Sub-16, Feminino e Adulto, fortalecendo o incentivo ao esporte e promovendo integração entre atletas do município e da região.

A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Macajuba, por meio da Secretaria Municipal de Educação e do Departamento de Esporte, com o objetivo de estimular a prática esportiva e valorizar o futsal no município.





Fonte: ASCOM – Prefeitura de Macajuba


Presidente da Câmara fala sobre Sessão Solene que homenageou o Diácono Genival com o Título de Cidadão Macajubense.

 




O presidente da Câmara Municipal de Macajuba destacou a importância da Sessão Solene realizada para homenagear o Diácono Genival com o Título de Cidadão Macajubense.


"Ontem, no Clube Pedro Borges, tivemos a honra de participar da Sessão Solene de entrega do Título de Cidadão Macajubense ao Diácono Genival. Uma justa e emocionante homenagem a quem, com fé, dedicação e amor, tem contribuído tanto para o nosso município.

Estive ao lado dos colegas vereadores Sandrinho, Paulo, Vanessa e Miguel, além da presença do nosso prefeito Luciano, do vice-prefeito e de diversas autoridades de cidades vizinhas, prestigiando esse momento tão especial.

Foi uma noite marcada por homenagens, alegria e reconhecimento, demonstrando o grande carinho e respeito que o povo macajubense tem pelo Diácono Genival.

Seguimos firmes, com humildade, compromisso e respeito, sempre trabalhando ao lado do povo macajubense.

Do povo, para o povo!"




Gás do Povo recarga gratuita de botijões já começa ser retirada em Macajuba; Veja o vídeo de Cristiano Silva explicando

 

A terceira etapa do programa começou na segunda-feira (23), alcançando cerca de 4,5 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único. A medida busca garantir acesso ao gás de cozinha a quem mais precisa.

A meta do governo é ampliar o alcance até março de 2026, chegando a 15 milhões de famílias, o equivalente a aproximadamente 50 milhões de pessoas. O novo modelo triplica o número de beneficiários em relação ao programa anterior.

A retirada do benefício ocorre diretamente em revendedoras credenciadas, sem intermediários e sem repasse em dinheiro. A validação é feita eletronicamente, garantindo mais controle e efetividade no acesso ao produto, conforme os passos abaixo.

  • Comparecer a uma revendedora participante com documento válido.
  • Validar o benefício na maquininha da Caixa, conhecida como azulzinha.
  • Confirmar com cartão do Bolsa Família, cartão de débito Caixa ou CPF com código enviado ao celular.

Quem tem direito ao benefício?

Podem receber o vale as famílias inscritas no Bolsa Família, com pelo menos dois integrantes e renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo. O Cadastro Único precisa estar atualizado nos últimos 24 meses.

Também é exigido que o CPF do responsável familiar esteja regular. Famílias com inconsistências cadastrais ou pendências podem ficar fora da lista até regularizarem a situação.


Onde consultar se o vale está disponível?

A consulta pode ser feita por aplicativo, portal ou telefone. O sistema informa elegibilidade, disponibilidade do crédito e localização das revendedoras próximas, facilitando o acesso ao benefício, conforme as opções abaixo.

  • Aplicativo Meu Social Gás do Povo, com consulta e busca de pontos credenciados.
  • Portal Cidadão da Caixa ou telefone 0800 726 0207.
  • Disque Social 121 para informações gerais e orientação.

Atualmente, cerca de 10 mil revendedoras já aderiram ao programa, que busca reduzir o uso de lenha, carvão e querosene e diminuir riscos de queimaduras e problemas respiratórios causados pela fumaça.

Por que o Gás do Povo substitui o Auxílio Gás?

O novo programa elimina o repasse em dinheiro e garante diretamente a recarga do botijão de 13 quilos, reduzindo desvios e assegurando que o benefício seja usado exclusivamente para cozinhar.

A proposta fortalece a segurança alimentar e energética de famílias vulneráveis, além de tornar o acesso ao gás mais eficiente. A recarga do cartão para utilizar o benefício é gratuita e não exige pagamento adicional.

Em Macajuba, a partir desta sexta-feira(06), no Mercadinho São José de Zé Filho na Praça Alipio Fraga, os beneficiários poderão fazer a retirada do gás


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O Mercadinho 5 Estrelas de Gerinaldo, também irá aderir a retirada do gás, mas não confirmou o dia, pois está aguardando a chegada de uma maquina.

Lembrando, que o beneficiário deverá levar o casco do botijão e pagar o frete.

Em Nova Cruz nemhum comercio irá aderir a retirada do gás do povo pelo menos por enquanto.


Veja o vídeo de Cristiano Silva explicando:


V


Deixa Comigo Macajuba 14 anos O Blog do Povo Macajubense.


 

 

quinta-feira, 5 de março de 2026

Nota de Falecimento – Sra. Helena Ribeiro da Silva (Helena de Sival da Macedonia)

 É com profundo pesar que os filhos Toinho, Oscar, Maria, Helena, Rosa e Celeste, juntamente com seus netos e demais parentes, comunicam o falecimento da senhora Helena Ribeiro da Silva, carinhosamente conhecida como Helena de Sival da Macedonia.



A família agradece as manifestações de carinho e convida a todos para as últimas homenagens
O velório esrá ocorrendo no Memorial do Plano SAF, póximo ao Hospital em Macajuba.
O sepultamento será nesta sexta-feira(06) as 10 horas da manhã no cemitério de Macajuba, a familia enlutada agradece pelo seu comparecimento.


Informou o Plano SAF para o plantão Deixa Comigo Macajuba.

Agricultor que encontrou possível petróleo fez empréstimo de R$ 15 mil para perfurar solo em busca de água

 


Líquido semelhante a petróleo foi descoberto em propriedade de Tabuleiro do Norte (CE). Meses após ser notificada, a Agência Nacional do Petróleo disse que vai apurar o caso.




Vídeo mostra momento em que agricultor encontra possível poço de petróleo ao perfurar solo

O agricultor Sidrônio Moreira, que pode ter achado um poço de petróleo em sua propriedade no município de Tabuleiro do Norte (CE), fez um empréstimo de R$ 15 mil para pagar pela perfuração do solo em busca de água. O líquido que ele encontrou no poço, porém, não foi água, e testes indicam que a substância pode ser petróleo. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) investiga o caso.

A residência onde a família vive, na localidade de Sítio Santo Estevão, a cerca de 35 quilômetros da sede do município, não possui água encanada. Para abastecer a propriedade, em boa parte do ano, a família paga por carregamentos de água de carro-pipa.

Um vídeo gravado pela família em novembro de 2024 mostra o momento em que Sidrônio e a equipe contratada furam o primeiro poço, após a contratação do empréstimo. Em determinado momento, um líquido escuro emerge do buraco e o agricultor chega a comemorar, pensando se tratar de água. (Assista acima)

"Quando eles estavam perfurando, já estavam quase a 40 metros, depois de 30 metros, saiu um líquido, e aí no vídeo meu pai até comemora porque ele pensava que era água. E acabou que, depois que o perfurador parou, não saiu nada [de água]", relatou ao g1 Saullo Moreira, filho de Sidrônio.

Vídeo mostra momento em que agricultor encontra possível poço de petróleo por acidente ao perfurar solo em Tabuleiro do Norte (CE) — Foto: Reprodução


📍Localizado a cerca de 210 quilômetros de Fortaleza, Tabuleiro do Norte fica na divisa com o Rio Grande do Norte e faz parte da região do Vale do Jaguaribe. A região fica próxima à Bacia Potiguar, uma área de exploração de petróleo localizada entre o Ceará e o Rio Grande do Norte. Tabuleiro do Norte não está inserido em nenhum bloco de exploração de petróleo, mas a localidade onde a substância foi descoberta está a apenas 11 quilômetros do bloco de exploração mais próximo.

Além do empréstimo, Sidrônio usou parte das suas economias para pagar a perfuração. Após a frustração inicial com o primeiro poço, que não deu água, a família chegou a furar um segundo poço, mais raso. Porém, também não encontrou água.

"Tem poços na região que são de 30 metros, já dá água, e a água que a gente fala nem é água de consumo mesmo, é água pros próprios animais. A gente cavou outro poço, só que o outro poço é bem mais raso, é 20 metros no máximo, e aí não deu também. A gente acabou que isolando [o poço], porque, como não tava dando, a gente tava acabando o nosso recurso", relatou Saullo.

Semanas após perfurar o primeiro poço, a família voltou a mexer no local, ainda na esperança de encontrar água. Em vez disso, eles encontraram um líquido viscoso, escuro, de odor característico semelhante ao de óleo automotivo.

Em junho de 2025, o filho de Sidrônio, o gerente de vendas Saullo Moreira, procurou a equipe do Instituto Federal do Ceará (IFCE) de Tabuleiro do Norte em busca de orientação e conversou com o engenheiro químico Adriano Lima - agente de inovação do campus para o Vale do Jaguaribe.

Infográfico - Possível descoberta de petróleo registrada em Tabuleiro do Norte, no interior do Ceará. — Foto: Arte/g1


Após receber uma amostra do material, Adriano levou o líquido para análise no Núcleo de Pesquisa em Baixo Carbono da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró (RN), onde realizou análises físico-químicas do líquido.

Testes laboratoriais apontaram que a amostra do líquido encontrada tem as mesmas características físico-químicas do petróleo de jazidas da região vizinha, no Rio Grande do Norte. A confirmação oficial, porém, só pode ser feita por um laboratório credenciado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A família e o IFCE procuraram a ANP ainda em julho de 2025 informando da descoberta, mas a Agência demorou meses para dar uma resposta.

Em fevereiro deste ano, o órgão confirmou ao g1 que recebeu o aviso e que vai investigar o caso. A ANP também disse que vai contatar "o órgão de meio ambiente competente para as providências cabíveis", mas não informou quais são as medidas nem qual o órgão responsável.

O que acontece agora?

As análises feitas pelo IFCE e Ufersa confirmaram que o líquido encontrado em Tabuleiro do Norte é um tipo de hidrocarboneto que, em termos de densidade, viscosidade, cor e cheiro, se assemelha ao petróleo encontrado nas redondezas.

Apesar disso, somente após análise de um laboratório credenciado pela ANP será possível afirmar que substância realmente é petróleo. A confirmação de que a substância é um hidrocarboneto não configura confirmação oficial de que há uma jazida de petróleo na propriedade nem que é a exploração econômica é viável. Ou seja, não se sabe qual a quantidade, a qualidade e a viabilidade.

Substância extraída em Tabuleiro do Norte (CE) foi levada para estudo em laboratório no Rio Grande do Norte — Foto: Divulgação


Após a descoberta de uma possível jazida de petróleo e a notificação da ANP, o órgão deve iniciar uma série de procedimentos para averiguar as condições da área, como o subsolo, o tamanho do poço e a composição química do líquido.

A descoberta de petróleo não significa necessariamente que a exploração da área seja possível ou financeiramente vantajosa. Após a confirmação e delimitação das jazidas, a ANP divide a região em blocos de exploração, que serão leiloados para empresas realizarem a exploração de petróleo.

Muitas vezes, ocorre de uma área já mapeada e liberada para exploração pela ANP não atrair interesse de investidores devido ao tamanho da jazida, à dificuldade de extração, ao custo da instalação da operação ou mesmo à baixa qualidade do petróleo, o que exigiria mais gastos no processo de refino.

"O custo de se montar uma unidade de produção numa região tem que ser equivalente ao retorno que a operação vai ter. Então, pra empresa, por exemplo, arrematar um bloco no semiárido nordestino, em cima da Chapada do Apodi, considerando os cálculos de custos ambientais, impactos ambientais, custos econômicos de operação, tem que ser proporcional ao retorno que ele vai ter daquele material que ele vai extrair. O retorno tem que estar relacionado à qualidade do óleo que ele vai extrair e à quantidade, à duração, o tempo que ele vai conseguir produzir", avalia o pesquisador.

Necessidade de água continua


IFCE investiga possível achado de petróleo em Tabuleiro do Norte (CE) — Foto: Marcelo Andrade/IFCE


Enquanto aguarda resposta da ANP, a família de Sidrônio vive na incerteza. A necessidade de água continua, mas, para além dos custos para pagar novas perfurações em outros pontos da propriedade, a própria descoberta do óleo tornou a busca por um poço artesiano mais complexa.

A família foi alertada, por exemplo, que se um poço fosse perfurado incorretamente, o óleo poderia vazar para o lençol freático e contaminar a água da região, gerando uma série de problemas ambientais.

Ao g1, o filho de Sidrônio, Saullo Moreira, destacou que a família preferia ter encontrado água, mas, diante da possibilidade de encontrar petróleo, espera que o processo seja resolvido quanto antes para saber o que será feito com a propriedade.

"O que a gente queria era água, né? O que a gente queria era solucionar o problema da água lá, até porque meu pai já é idoso, gosta de criar esses animais. Hoje, eu queria que, se fosse petróleo, a gente resolvesse o mais rápido possível pra ele ter essa forma de renda extra e, aí sim, se tiver uma forma de renda extra, ele conseguir, de alguma forma, levar a água, nem que seja mais próximo. Hoje eles compram carro-pipa quando falta [água] por muito tempo. Se tiver algum recurso, eles podem comprar com mais frequência", disse Saullo.

Fonte: G1 Globo 

Açaí Nova Cruz

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